Jogada de mestres ou suicídio político 

Como meus fiéis leitores sabem, já não moro mais em Manaus.

Entretanto, como dizia o poeta Aníbal Bessa: “É Manaus que mora dentro de mim!”, não consigo me afastar por completo das coisas da minha terra.

São os filhos, netos e parentes que povoam todos os dias a minha memória numa ligação emocional e fraterna.

Também, as questões políticas, teimam em ocupar em mim pedaços enormes do meu dia a dia.

Pois foi exatamente lendo e recebendo informações sobre o andamento do cenário politico do meu estado, que tomei conhecimento de uma decisão que anda abalando e efervescendo o caldeirão eleitoral.

Falo das renúncias de Wilson Lima e do vice a Tadeu, decisões essas as quais não encontram paramento algum no passado político recente do Amazonas.

Sinceramente, que nos meus quase setenta anos de vida, jamais presenciei ou tomei conhecimento de algo parecido

Pior ainda, não sei, não tenho informações e desconheço quais as razões e, sobretudo, quais as motivações e mais ainda, quais os  desdobramentos que advirão dessas renuncias.

Só sei dizer, que em política boa ou má, nada é por acaso e que alguém sairá ganhando e alguém perderá.

Temos um prefeito que renunciou, temos um candidato da esquerda em vantagem, temos uma candidata da direita no páreo e temos principalmente a corrida por duas cadeiras ao Senado Federal.

Penso, livre pensar apenas, que desde sábado passado, um turbilhão de elucubrações e uma frenética agenda de reuniões, tem tomado conta dos caciques e dos partidos políticos, numa alucinada análise dos novos e indefectíveis cenários para 2026/27.

Deixo então para pessoas mais afeitas às análises a fim de que possam, por meio de exercícios e simulações, chegarem às conclusões sobre quem levará vantagem e sobre quem sairá machucado diante desse processo.

Té logo!

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