“Eu sou político, não sou politiqueiro. Faço governo, não faço política. E quero fazer um governo baseado em atos e não em palavras.O resto é fofoca. E já tem fofoca demais”. Desse jeito, meio atrapalhado, o governador Amazonino Mendes (PDT) tentou afastar os comentários de que exista um “racha” dentro de seu grupo político, principalmente depois da demissão de aliados do deputado Pauderney Avelino (DEM) recém-nomeados para a Secretaria de Educação do Amazonas.
“Ai do governo que não muda. Às vezes as pessoas não se adaptam. Às vezes o cara é competentíssimo, mas não se qualifica para aquela questão. Isso é natural”, ponderou ainda o governador.
Nos últimos dias multiplicaram-se comentários segundos os quais o senador Omar Aziz (PSD) estaria comandando uma frente que tentaria pressionar Amazonino a renunciar à candidatura de reeleição para apoiá-lo. Isso estaria provocando reações do governo, ora procurando cooptar, ora atacando posições de aliados preferenciais de Aziz. Pauderney seria um deles. Desde o início da atual gestão, o deputado tenta controlar a Seduc, o que seria fundamental para sus pretensão de colocar de pé uma candidatura ao Senado.
Um interlocutor do governador ouvido pelo blog hoje afirmou que estranhou o posicionamento dele em conversa recente. Amazonino teria dito que “Omar e (José) Melo bagunçaram o Estado” e que “o Eduardo (Braga) não teria deixado isso acontecer”. Para este político que escutou as declarações, as coisas estão mudando rapidamente.
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Este post tem um comentário
Omar
É, literalmente, “um pedaço de mau caminho”, mas depois do TRF1 ontem, a fila parece que vai andar.
Trama nos bastidores, como ninguém, parece um ninja numa cortina de fumaça e por isso merece um lugar de destaque …. Um lugar entre Sergio Cabral e Lula.
Definitivamente é uma Versao de lenda árabe na versão baré do Ali Babá… Só que, com muito mais de 40…