O homem contemporâneo deve colocar em prática seus dons, em prol do desenvolvimento social, debater entre si temas de extrema relevância que atingem a sociedade. Vivenciamos os dissabores oriundos do cotidiano, muitas vezes a indecisão impede a construção de um novo mundo.
Mas é da relação tempestuosa que nasce a objetividade – o autocontrole é necessário no enfrentamento de qualquer circunstância – é preciso compreender os problemas que a vida gera. Nunca foi o acaso o condutor das análises pertinentes, tão pouco o conjunto de hipóteses. As verdadeiras fontes que nos conduzem às soluções cabíveis sempre terão como chave a solidez dos fatos. Estes trazem a marca do indiscutível.
Destarte, não nos é permitido ocultar ou negar a eficiência da tecnologia, cada vez mais presente na rotina e na luta pela sobrevivência de todos. Mas até quando nossa vida suportará a dependência do uso do celular como se este fosse uma parte de nosso cérebro ou um terceiro braço – gerando um outro comportamento. Os jovens da atualidade não podem ser dependentes de um aparelho que altera comportamentos, a forma de agir e pensar – inibindo o uso do raciocínio lógico e da memória. Será que estes jovens ao completar 60 anos terão lembranças de suas atividades quando crianças ou adolescentes?
O envolvimento com o mundo digital vem sendo entendido como aspecto positivo, por contribuir com melhores escolhas feitas pelos jovens em muitas situações, porém é necessário moderação com o uso. Ao ingressar na universidade a mudança será radical, mas o impacto ainda será maior quando acordarem com o diploma nas mãos. Eles enfrentarão a lei da sobrevivência dentro da rigidez das regras impostas pelas empresas com o devido “jogo de cintura”. Os jovens devem confiar em suas capacidades de criar e se adaptar. A ferramenta que fará a diferença e os colocarão na esperada visibilidade dentro de qualquer segmento ou atividade profissional liberal existe: inteligência aplicada.
Hoje, sentir firmeza nas decisões é saber administrar os impactos que advirão, exigindo que se saiba ler as reações que todos têm uns com os outros; o que lhe proporcionará um caminho bem melhor para influir e gerir com sucesso.
Afinal, se competência não se confunde com inteligência; a influência, a persuasão e o trabalho em equipe serão mais visíveis. Contudo, focar será sempre o caminho inicial e o segredo do verdadeiro equilíbrio que norteia a atenção, inteligência e desempenho. Somente existirá felicidade onde existir regras e princípios.
Por isso, relembramos as palavras do Senhor: Coríntios 15:33 “As más companhias corrompem os bons costumes.”
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