É, meu caro Aldenor Ferreira, nesse merchandising do Zé Delivery, nosso patrocinador master, a entrega é bem rápida, é só falar com o gerente Marcelo.
O jogo estava equilibrado de igual pra igual, até a entrada no túnel de acesso ao gramando. Estávamos fazendo uma boa partida, batendo de frente com o City, mas aí serviço de entrega entrou em ação, com uma assistência do nosso gerente master aos 39 segundos do primeiro tempo, o resto eu não sei, só sei que foi assim: levamos um vareio de quatro.
Antes disso, quase tomamos um gol durante o aquecimento e outro durante a exibição do Hino Nacional.
No fim, o jogo já estava coisado, teve aquele “pobreminha”, o Felipe Melo cansado, amigo do também cansado Bozo mequetrefe, partiu pra cima, não quis aceitar o resultado. Ele queria jogo impresso e auditável, mas foi convencido pelo professor.
O careca catalão é difícil e bão também, não precisou nem do galego norueguês!
Vovô Ganso já tá com 8×0 no agregado do Guardiola. Em 2011, levou 4 pelo Santos, com o careca dirigindo o Barcelona e agora com o Fluzão, mais 4 do City.
Demos o nosso melhor. Ganhamos nessa Copa Toyota, o troféu Cacau Show.
Vou consultar o nosso MasterChef, Gerson Severo, se chocolate harmoniza bem na ceia do Réveillon.
Só não entendi aquela do tabloide inglês falando que os reservas do City foram fazer um jogo treino beneficente com o Master do Fluminense nas Arábias. Quebraram a cara, achavam que iam ganhar fácil de 6X0.
Tudo bem! Cano não fez gol nem Haaland, mas teve gol de Nino e assistência de Marcelo, menos mal!
Como diz o flazoeiro ressentido, o Julian, pai do Lucky, o Chow-chow: “com esse Dinizismo, o sub 40 do Flu, os velhinhos de Xerém jogaram bem e até os 39 segundos da etapa inicial, estavam levando pros pênaltis, mas aí faiou.”
Nesse Hopi Hari de frontal e discursos motivacionais de finde, o bom mesmo é desligar o WiFi e ativar os dados móveis, assistindo um concerto no último sambinha do ano, com os clássicos da obra do maior artista amazonense, Chico da Silva.
Cantarolando Chico no maior “Sufoco de coisas de menino”, controlando o crescimento da minha jiboia com a luz do sol e correndo com David, sem pagar o Fundeb, nessa insana maratona Baré, derrubando o gigante Golias bolsonarista na pedrada, com a força do ódio. A letra é assim:
Em homenagem à nata da malandragem
que conheço de outros carnavais, misturando poesia com cachaça e discutindo futebol com os parças na confra de finde, fazendo resenha da partida pra lá de beneficente.
Reunia-se até a velha guarda da “Sem Compromisso Unidos Amigos de Ruy Alencar”, nessa confra do último sambinha do ano. Alguns torcedores do Flu, assim como Chico Buarque.
Cláudio Barbosa, Neuton Corrêa, Walmir Lima, Hiel Levy, Marcos Santos, Mário Adolfo Pai e Mário Adolfo Curumim. Uma turma que começou em redação usando gravador a querosene, pra fazer suas reportagens.
É a maior concentração de caracteres e inscrições rupestres da Inteligência Neandertal Ajuricaba por metros quadrado, já vista.
O mais “fraco” deles, o Adolfo Curumim, é CEO da agência de notícias dos Incas. Faz tradução do Quíchua e usa o Quipo como plataforma de comunicação.
Quase sem querer, como diz Renato Russo, pelo Direct remotamente, marquei presença na confra, direto da Ponta do Pasto, pra matar a saudade da terrinha.
É, meu amigo…hoje a festa é sua, a festa é nossa, é de quem quiser, mas, como não fui convidado, vou de penetra mesmo, trolar os comentaristas de boatos da Globo News, Jovem Klan e CNN. Muito diferentes dessa turma do “último sambinha do ano” e também da raça do bem de Brasil 247, Revista Fórum e DCM.
Do inelegível ao ineligible. O inelegível de lá, saúda o inelegível de cá, o que acontece no Brasil, acontece na América.
Reunindo milhares de motos e sendo lembrado por milhares de mortes, nessa retrospectiva, o Mequetrefe não deixou saudade, só alívio.
Com o Mequetrefe Hermano, paga-se aluguel com litro de leite, bitcoin e quilos de vaca. “Deusa das divinas tetas e o leite mal na cara dos caretas.”
Acompanhando o funeral até a porta do cemitério e pedindo pra entrar, os extremistas promovem o maior fight. O Senador milico lembrou dos tempos da caserna, quando não precisava pintar o cabelo acaju púrpura, porque a tinta era urucum e jenipapo.
É a treta no curral, um duelo entre o Meganha da federal e o General bolsonarista, no indulto de Natal. Já comprei minha pipoca doce pra assistir do backstage o sucesso dos dois, ouvindo as “quatro estações” de Vivaldi à luz de vela.
Torço pela treta, que vençam todos!
Tudo porque o General de pijama, irmão do nosso Reitor Overnight, hoje senador, deu um abraço fraterno no terrivelmente comunista do supremo em sua sabatina. É molhe!
Rindo até agora também, do chilique da mídia golpista (Globo, Estadão, Veja, Folha), com o prêmio Mulher Economista/2023 pelo sistema Cofecon/Corecons.
A ex-presidente Dilma Rousseff, pela sua destacada trajetória e contribuições no campo da economia na presidência dos BRICs, agora tá “voando” na primeira classe do the boche, dando o troco e gorjetas em R5 e Yuan.
A melhor da semana, tirando a ameaça do porradal dos bolsonaristas no congresso, foi: “aposentado patriota é hospitalizado na emergência, após confundir caminhões de Natal da Coca Cola com invasão comunista”. Tem coisa que é melhor deixar pra lá, nesse desapego.
No festival de música no lamaçal em frente ao quartel, tipo Nevada e Rock in Rio I, na retrospectiva, implorando por mais 72 horas, o Prêmio Groselha de Nióbio vai para a música Terra Plana, autoria de Armando de Paula e Pereira.
Justiça se faça, Eliakim Rufino, Célio Cruz, Nilson Chaves, Zeca Preto e Nelber Uchoa se recusaram a participar, boicotaram o evento, mas renderiam certamente, “Na festa ponto com” e com o notívago Tio Adão, direto da roça, homenagens ao Rei da Noite, Aloísio do Nostalgia, que nos deixou.
“Põe tapioca
Põe farinha d’água
Põe açúcar
Não põe nada
Ou me bebe como um suco
Que eu sou muito mais que um fruto
Sou sabor marajoara”
Terminando com esse “Sabor Açaí” de João Gomes e Nilson Chaves, já que dezembro vai, janeiro vem e chega Cantando na Biblioteca, como leitura obrigatória.
*Apenas um rapaz latino-americano sem dinheiro no banco
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