Hissa insere políticas públicas para índios residentes em Manaus no seu plano de governo

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Políticas públicas de moradia, saúde e educação estão entre as reivindicações que os chamados índios urbanos da Zona Oeste apresentaram aos candidatos à Prefeitura de Manaus. Muras, Saterês Mawés e Mundurukus temem que boa parte da sua tradição ancestral e da expressão cultural ligadas aos assentamentos mais antigos sejam perdidas.

No entendimento do prefeiturável Hissa Abrahão (PDT-AM), a cartilha de reivindicações apresentada referenda um projeto administrativo que deveria sempre fazer parte de todos os planos de governo. Ele lembra que, durante sua gestão à frente da pasta de infraestrutura e obras, foi desenvolvido um projeto para regularização da moradia indígena, asfalto e cascalhamento das comunidades indígenas da capital, que depois foi abandonado pela atual administração.
“A ideia do nosso trabalho é reduzir o impacto social e cultural dos povos indígenas, resguardando sua dignidade, seus costumes e identidade. Nesse contexto, a criação de um bairro especialmente projetado para atender aos índios e sua cultura soma-se à nossa preocupação com o bem-estar dessa população, já que a área vai abrigar escola, Unidade Básica de Saúde (UBS) e postos de venda dos produtos artesanais. Em um segundo momento, o local poderá fazer parte de um roteiro turístico em mostras de festivais e torneios, por exemplo”, disse.
A cacique Kamila Prestes Mura explicou que nos lotes, onde atualmente estão instalados os índios desenvolvem o artesanato, pecuária de pequeno corte e agricultura de subsistência. “A gente precisa de pessoas compromissadas com a causa indígena que cheguem com atitude e boas ideias como essa de um lugar com a nossa identidade, onde a gente pode manter nossa cultura”, afirmou a líder, segundo a qual existem 45 comunidades indígenas em Manaus e outras 25 no entorno da capital.

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