É meu caro Love, bugio barrigudo começou com o Ganso, ficou com Davi, foi cooptado na Cidade, e deve terminar abraçado com Mary Del Karma ou com o Cabo Daciolo, glória Deus!
Rapadura é doce, mas não é mole não!
A gente se recusa a herdar o silêncio, quiridu!
Outro dia encontrei uma pessoa estranha na rua, dei-lhe uma encarada e disse, só pra mim, silenciosamente: te odeio não sei da onde!
Não bato palma pra palhaço dançar, mesmo.
“Ói, olhe o céu, já não é o mesmo céu que você conheceu, não é mais”
Com a cumbia psicodélica peruana e cantando em ré maior, eu, Adalberto Holanda e Rock Lima pedimos passagem.
Além da política, quero lhe convidar para um date sobre estoicismo e metafísica, nesse tinder literário da semântica à sintaxe.
Uma situação involuntária de aprendizagem.
Algum patriota se atreve?
Como diz o anúncio da revista moralista, “procuro alguém pra fazer humor, que satisfaça minhas fantasias textuais e, juntos, chegaremos ao sarcasmo.”
Tem livro novo do Sancho chegando na prateleira, tipo o Elogia da Loucura de Erasmo de Roterdã, guardada as proporções literárias e cognitivas.
Eu não costume julgar ninguém apenas pela capa, até porque prefiro uma boa introdução.
Na esteira cognitiva, a leitura é indispensável, quanto mais as ovelhas leem, mais negras elas ficam, principalmente pra quem fez a pós em ciências políticas na Universidade Federal de Ratanabá, com Olavabo de Carvalho como reitor, professor e orientador.
A crueldade da semântica nessas eleições é o Flávio de sunguinha branca e cropped, com as cores da bandeira norte-americana na sauna gay ao lado do irmãozão Vorcaro, tomando na latinha o seu energético.
Foi assim o início da campanha Deus, pátria e família, uma fraternidade de amor dos patriotas no surubão gospel.
Acho que essa coca é fanta. Não bastava Carlota Joaquina e Renan Bilu, agora Flávio Rachadinha.
Não me engana, não me engana, na parada gay seu nome é Raissa Rayana.
Eu tenho medo de desmaiar na igreja e acharem que estou endemoniado.
Só pra contextualizar mesmo, existem almas incríveis em bares escuros e monstros ajoelhados nas primeiras filas das igrejas.
Ferrada de arraia na véspera da eleição é antidoto contra mordida de piranhas e rasteira de traíras, general Pinheiro que não abandona soldados feridos na batalha sabe muito bem disso.
Lealdade é lealdade o resto é bacaba apanhada lá no Copeá, no seu quintal.
Hoje estou igual ao Zeca Baleiro, “acordei com uma vontade danada de mandar flores pro delegado e beijar o portugues do botequim”.
Corrigindo o corretor ortográfico, queria mesmo era repetir Babá, dar uma facada na bunda do delegado e perder o meu réu primário, mas por razões distintas, tudo para cumprir a profecia da paz, antes das duas vinganças à cumprir, com a devida segurança juridica, meu caro juiz.
Quem sucumbe na sucumbência é o gerente. O gerente está louco, mesmo.
Zema tem vários “programas contra as mulheres”, confidenciou isso na sabatina do Jornal Nacional pra Renata, Deus e o mundo e as capelas do fundo.
Surreal!
*Apenas um rapaz latino-americano sem dinheiro no banco.
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