Evangelizando os evangélicos

Eu avisei e tinha “dízido” pra vocês: ele não! Aqueles que foram vistos dançando, foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música, meu caro!

Muitos, literalmente, têm cérebro de ovelhas desgarradas e ficam passando pano para pastor (dono das ovelhas) com seus planos de poder.

É bom que se diga, em tempos de franchising espiritual, as franquias da fé levam à falência moral. E a maior prova dessa falência é a igreja permitir fake news, com seus pastores compartilhando a todo vapor.

No evangelho, o diabo é pai da mentira. Fake news é mentira e o fanatismo fundamentalista neopentecostal ganha corpo nessa marcha da insensatez. Quem se apropria desse expediente são os políticos populistas e demagógicos. Entre outras, uma de suas características clássicas, que usam a fé como válvula de escape de poder, é a prática da mentira. Mentem para criar uma ilusão que os desejam e que lhes convém. A mentira fala e descreve a personalidade de quem a conta. Muitas das vezes o que se cria de irreal e fantasioso fala sobre os desejos íntimos e instintos mais sacanas de quem a idealiza.

Em tempos insanos, inominável, a senadora eleita pelo DF, a Madame Satã, Dama da morte, popularmente conhecida como tia Lídia, acostumada com a prática de subir na goiabeira para fazer testemunhos de fé, é o retrato dessa degradação moral. É símbolo e sinônimo de insanidade no esgoto bolsonarista.

Mente perturbada, ela ouviu o grito da guariba na Ilha de Marajó e se encantou na sua perversidade. Com sua curuba freudiana, seu aroma de mucura fundamentalista e seus delírios de Mapinguari, a lunática despirocada da cabeça comete, no mínimo, crime de cumplicidade ou prevaricação, no episódio das crianças na Ilha de Marajó. A monstruosidade dessa ex-ministra bolsonarista e parlamentar eleita é abissal e revela o lado sombrio dessa gente.

Um verdadeiro filme de terror, onde deixa no chileno o seriado O Conto da Aia, com a personagem da tia Lídia, sua semelhante mais fiel. Há quem afirme que a ministra quando estava contando aquelas histórias, estava se referindo aos certos senhores acostumados no “pintou um clima” com meninas de 14 anos, o tarado da moto.

Com seus desejos reprimidos, essa despirocada lunática, se não for punida com a perda do mandato, vai fazer terapia durante 8 anos no Senado da República com tudo pago por nós.

Mas é sempre bom lembrar: “que um copo vazio tá cheio de ar”. Isso tudo foi para abafar a PEC 32 que acaba com os serviços públicos e encobrir os crimes e trambiques de eleição do Bolsolão, o chamado: Orçamento secreto.

O que eles esquecem propositalmente, é de explicar à família evangélica, a presença de pastores e do mito em templos maçônicos e essa investida pedófila do Biruliro, Imbrochável com meninas venezuelanas de 14 anos.

Num registro histórico pontual, ensinaram as crianças a terem medo das bruxas e não das igrejas que as queimaram vivas. E foi desse jeito que a humanidade aprendeu a amar o opressor e odiar o oprimido. Em nome de Deus, a religião já cometeu as piores atrocidades e crimes da história. Só um registro, minha cara Joana d’Arc.

É muita Maracugina se achando Rivotril, Bolsonaro fomenta a ignorância. Na fé, só Cristo Silva, então vou ALULAR o meu voto.

*Apenas um rapaz latino americano sem dinheiro no banco.

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