Em corpo a corpo, Zé fala sobre pacto emergencial para a saúde

Conversando diretamente com a população, durante caminhada e panfletagem na avenida Djalma Batista e Bola do Coroado, nesta terça-feira (1°), o candidato do 13, José Ricardo (PT), reforçou seu compromisso com a melhoria da saúde no Estado, aplicando em seu governo suas propostas do ‘Pacto Emergencial para Saúde’, que implica, dentre outras ações, agilizar o agendamento de consultas e de realização de exame, reduzindo assim o tempo de espera.

No Pacto Emergencial estão previstos também a instalação dos equipamentos necessários para o pleno atendimento emergencial no diagnóstico e tratamento de média e alta complexidade em algumas unidades de saúde, bem como a ampliação do atendimento no Centro de Reabilitação Ismael Abdel Aziz, o início da construção do primeiro Hospital de Referência na Saúde do Idoso na Região Norte e a transparência nas ações do Governo.

José Ricardo afirma que o Pacto não propõe ações mágicas ou mirabolantes, são apenas o cumprimento do que já deveria ter sido feito há anos na saúde do Estado, portanto, significa que são propostas que podem ser colocadas em prática facilmente.  “O orçamento do Estado para a saúde é de R$ 1,8 bilhão. Se fosse bem usado, sem desvios, com prioridade, transparência e prestação de contas, daria para prestar um atendimento digno à população. Os hospitais estão abandonados, faltam medicamentos, equipamentos e materiais. Existe uma fila virtual enorme de pessoas aguardando para a realização de consultas, exames e cirurgia. Faltam também muitos profissionais da saúde, porque não chamaram os concursados da Secretaria de Estado da Saúde (Susam) de 2014 e nem fazem mais concurso público”, declarou o candidato, afirmando que em seu Governo cuidará dos hospitais, dos profissionais da saúde e da população.

Ao ser questionado sobre de onde viriam os recursos para serem investidos nas propostas do Pacto, o candidato do 13 disse que os recursos já existem, pois combatendo a corrupção, por meio de uma grande auditoria nos contratos, esse dinheiro aparecerá. “Na área da saúde existem aproximadamente 600 contratos entre o Estado e empresas terceirizadas. Três foram investigados pela Operação ‘Maus Caminhos’ e foram revelados desvios de mais de R$ 112 milhões. E é esse dinheiro que vamos investir, onde realmente deveria ser aplicado, como exemplo, para se fazer um mutirão de cirurgias, para compras de equipamentos e medicamentos e até mesmo chamar os concursados da Susam, fazer novos concursos e convocar os agentes de endemias demitidos injustamente”, enfatizou José Ricardo.

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