Em 2026 o troco será no PIX

Segue a todo vapor a derrocada de um governo que em dois anos não conseguiu emplacar uma obra de envergadura, uma lei ou projeto que traga benefícios ou inaugure algo de bom para a população.

Um governo mais do mesmo onde a gastança impera, a falta de liderança no parlamento só leva a derrotas, onde a equipe de ministros bate cabeça todos os dias tentando salvar o barco à deriva e o aumento de impostos e o escorchamento da classe média seguem firmes.

Atitudes eleitoreiras não faltam e, o que assistimos, é a sustentação e financiamento da pobreza como cabresto que se soma a projetos de compra da consciência de jovens estudantes como mais uma bolsa para enganar trouxas.

O descondenado tanto sabe porque apanha como nós sabemos mais ainda porque batemos nele todos os dias.

Prova disso foi um vídeo despretensioso de um jovem e proeminente parlamentar que desmontou em apenas três minutos aquilo que poderia ser a mais safada das armadilhas sobre o trabalhador informal.

Não adiantaram falsos argumentos dos assessores da equipe econômica, tampouco deu jeito a troca de ministro da propaganda que já chegou perdendo feio a batalha nas redes sociais.

O assunto PIX tomou conta de corações, mentes e principalmente do bolso de dezenas de milhões de brasileiros que vivem na correria do dia a dia para o ganha pão que o Lula e sua equipe econômica queriam monitorar para mais tarde ajustar as contas.

O contribuinte brasileiro conhece muito bem essa turminha da Receita Federal de onde partiu a infeliz e quase deletéria ideia de vigiar as contas, transferências e pagamentos via PIX do pobre do trabalhador informal.

A Receita Federal, por meio dos seus robôs, já vasculha com lupa ganhos, salários, rendimentos e poupança da classe média.

Essa metodologia, que impõe terror ao contribuinte, pretendia alcançar a renda suada e sofrida do vendedor de pipoca, da cabeleireira, do picolezeiro, do vendedor de fruta da esquina e até da faxineira diarista. Credo!

A Receita Federal do Brasil-RFB é o organismo institucional mais impiedoso e anti social que existe, pois não permite atendimento presencial e, a cada dia, impõe regras sobre regras que dificultam a defesa e a devolução de recursos aos contribuintes honestos desse país. 

Para muitos auditores da RFB todo contribuinte é, antes de tudo, um sonegador em potencial até que esse cidadão tenha que provar o contrário.

O diabo é que nós, os infelizes dos contribuintes, temos enorme dificuldade em convencer esses arrogantes e muitíssimo bem pagos auditores a atuarem com imparcialidade, presteza e rapidez nos processos.

Agora, imagine um trabalhador informal sem as ferramentas tecnológicas ao seu dispor, para acessar as plataformas da RFB, preencher e anexar centenas de informações e documentos e provar sua honestidade e sua boa intenção.

E foi por conta dessa arrogância, que a RFB e o governo, foram fragorosamente derrotados nas suas nefastas pretensões de bisbilhotar as merrecas que o povo trabalhador ganhava laborando de sol a sol todos os dias.

A lapada foi bem dada, a lição foi bem ensinada e o recuo foi como uma ré de fenêmê ante mais uma tentativa de meter as mãos sujas no bolso da nossa gente sofrida e que ganha o pão com o suor da luta e da honestidade.

O ex presidiário tá com a popularidade mais baixa que trazeiro de sapo e, se continuar nessa balada, vai amargar mais e mais derrotas porque o povo eleitor do Brasil sabe bem a bobagem que cometeu em 2022 e só aguarda o momento oportuno para o troco. 

E, se esse troco for com PIX, melhor ainda.

Té logo!

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