Destruir

Prossegue de forma inaceitável a invasão russa na Ucrânia, bem como a tomada de cidades e a consequente rendição dos últimos soldados ucranianos. Muriupol era um dos objetivos, por ser um porto importante com total acesso ao Mar de Azov. Ataques internos prosseguem de forma covarde, neste caso a vida se assemelha a uma peste a ser extirpada. E, na cega aventura de destruir povos, o sanguinário e genocida Vladimir Putin decide cortar o fornecimento de gás para  Finlândia, como punição pelo seu pedido de ingresso na OTAN – pretendendo dar as ordens naquele país; devendo adotar idêntica atitude com a Suécia.

O exército russo usando mísseis de longo alcance atacara a estação ferroviária de Marlim – como se a força bélica de uma nação pudesse afastar do mundo a existência de outra. As nações que promovem a guerra se afastaram de sua identidade e dos princípios cristãos. Esquecem o poder da diplomacia e a força do diálogo que levam a paz e ao progresso. Infelizmente, seus mandatários são criminosos de guerra; na guerra  não há vencedores, mas apenas mortos e países  arruinados. O medo dos covardes não justifica a perda diária de vidas e a destruição do planeta.

O avanço do poder para fora de suas fronteiras fere a democracia, a liberdade e a autonomia do povo atingido. E o que é pior; gera  uma escalada nos preços que atinge o poder de compra de todos as nações. Por isso, nada justifica a tentativa de expansão da Rússia muito menos a omissão. A globalização não existe para causar “guerras ou invasões”, mas para preservar os valores democráticos e cristãos – cujo bem maior é o ser humano. Comemorar o avanço desse tipo de tecnologia que destrói a tudo e a todos, não se sabendo o futuro dos ucranianos e talvez de outros povos afigura-se-nos um cenário de horror. Sabe-se que supostos “sábios” vem fortalecendo um Putin sanguinário que conta com o apoio da China – país onde o povo vive sob a escravidão de um regime comunista; não tendo voz, muito menos o direito de ir e vir.

Se a Primeira Guerra Mundial começara com conflitos locais,  no imaginário de Vladimir Putin o custo da guerra pode não representar muito, mas saber se sua estratégia será coroada de êxito somente o futuro dirá. Afinal, qual é a preocupação do presidente russo: saber se o Ocidente está bem administrado? Que oferece melhor condição de vida ao seu povo? Que há liberdade e qualidade de vida? Afinal, Putin oferece algo a seu povo ou impõe o regime comunista?

A batalha dos cristãos é longa, mas a vitória dos povos cristãos será plena e dias melhores virão.

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