Destruindo um país em alguns atos

Nenhum brasileiro com saúde mental, emocional e psicológica em dias, há de discordar de que o Brasil é uma nau sem rumo ou prestes a alcançar um estado de entalpia política, econômica e social.

Nosso país, após alcançar um patamar econômico equilibrado e experimentar um processo de gestão moderno e liberal, dá um cavalo de pau e retorna a níveis tétricos e preocupantes em todos os níveis possíveis de serem aferidos.

Entretanto, precisamos lembrar, que quem está no poder e leva o país rumo ao abismo, chegou lá pela vontade da maioria dos eleitores, principalmente dos mais pobres.

Lula, o centrão, a extrema esquerda, a imprensa aliada e mansa e o judiciário superior do Brasil, devem ser responsabilizados e, no futuro, pagarem civil e criminalmente por permitirem e até incentivarem que o país definhe e chegue a uma situação deplorável como atualmente enfrentamos.

Passo a descrever algumas causas protagonizadas por governantes, instituições, políticos e entidades, que quase sempre levam um país e uma nação à autodestruição:

-Uma exagerada polarização alimentada e sustentada por extremistas que teimam em aplicar políticas divisionistas, odientas, sectárias e identitárias;

-A liberdade de expressão fajuta onde o povo anda olhando pro chão e, uns poucos encastelados numa corte, decidem quem e o que pode ser dito e publicado;

-Os poderes constituídos não respeitam seus espaços e suas prerrogativas e teimam em invadir as competências uns dos outros;

-Quando a Constituição é espancada, ignorada e rasgada todo santo dia por quem tem o dever de cumpri-la e fazê-la cumprir;

-O poder executivo, responsável pela arrecadação e distribuição da renda, gasta mais do que arrecada produzindo déficit fiscal e rombo financeiro;

-Um país paquidérmico e perdulário em que o tamanho do estado é maior do que as riquezas que produz e distribui;

-Possuir centenas de milhares de cargos e funções públicas distribuídos nos poderes onde não haja uma política salarial justa e auditada ou onde os marajás absolutamente vorazes sugam e corroem as finanças do país;

-Um parlamento absurdamente fisiológico e ensimesmado que só enxergue o próprio umbigo e esteja nem aí para as necessidades do povo;

-Trocar a meritocracia por uma exagerada e famigerada política de quotas em concursos, promoções, progressões e acesso às carreiras e ao ensino;

-Uma política de vitimização das minorias e imposição de leis e de normas de proteção ou de criminalização dos que têm pensamento discordante;

-Forças Armadas enfraquecidas, sem comandamento e sem lideranças fortes e preparadas;

-Uma política equivocada e cruel de sustentação da pobreza sem a devida preocupação com o preparo dos cidadãos e das famílias para o enfrentamento da realidade por meio do empreendedorismo e da ocupação que gere renda;

-Centralismo na arrecadação e tomada das políticas publicas próprias dos estados e municípios, insistindo num federalismo anêmico e enfraquecido;

-Governo de olhar enviesado para o mercado e para parceiros potenciais ou que não respeitam políticas fiscais mais duras;

-Governantes autossuficientes e autoritários que não ligam para a impopularidade achando que o tempo apaga todos as adversidades;

-Uma profusão de estatais desnecessárias, ineficientes e deficitárias a sugar recursos públicos para suas sobrevivências;

Ante esses e tantos outros cenários dantescos e de desequilíbrios e a insistência em levar adiante um projeto de poder somente pela ambição ou até mesmo pela irracionalidade ou obsessividade, inevitavelmente levam o país e sua gente ao fracasso e destruição. Oremos!

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