“Todos os armadores estão cada vez mais preocupados. Pra nós aqui o transporte de mercadorias é via fluvial. O combustível sai daqui da refinaria e vai para o estado de Rondônia, do Acre, via Porto Velho, e tem esse prejuízo que as empresas estão tendo anualmente. É preciso que o governo urgentemente crie uma força tarefa e que seja instalada na região do rio Madeira, que é o rio que tem hoje maior transporte de cargas, para tentar coibir esse crime”, disse Adjuto Afonso.
O pronunciamento é do deputado Adjuto Afonso (PDT), que repercutiu hoje a informação veiculada na mídia nacional e local sobre o crescimento da pirataria em rios da Amazônia. De acordo com as reportagens, as empresas estão tendo um prejuízo de R$ 100 milhões por ano em função desse crime.
Segundo a Federação Nacional das Empresas de Navegação Aquaviária (Fenavega) e o Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial do Estado do Amazonas (Sindarma), cerca de 70% dos assaltos às embarcações está relacionado aos combustíveis, cita trecho da reportagem.
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