O vereador Allan Campelo (Podemos) usou a tribuna da Câmara Municipal de Manaus nesta segunda-feira (25/11), para repudiar os casos de assédio e exploração sexual no esporte amazonense. Ele, que pratica jiu jitsu, comentou a prisão do professor de jiu-jítsu Alcenor Alves, do Amazonas, em Balneário Camboriú (SC), por suspeita de estupro de vulnerável e fez questão também de separar o “joio do trigo” ao afirmar que o assédio e a exploração sexual nada têm a ver com o esporte.
“Isso não tem nada a ver com o jiu-jítsu, não tem nada a ver com a filosofia do jiu-jítsu. O jiu-jítsu, além de um esporte que trabalha a atividade física e mental, ele é uma defesa pessoal. O jiu-jítsu é saúde, inserção social, é prevenção às drogas. Na verdade, o professor preso não era um professor de jiu-jítsu e sim um pedófilo vestido de quimono”, concluiu Allan
O jiu-jitsu, de acordo com o vereador e os profissionais da educação, tem contribuído significativamente para a formação de crianças e adolescentes por conta dos benefícios que oferece à saúde física, mental e social.
“Essa notícia deixou estarrecido o mundo da luta. Não foi só um caso pelo que estão relatando na mídia. A própria delegada do caso falou que foram vários jovens importunados. Que ele seja julgado e, que se condenado, que seja punido exemplarmente para que isso nunca mais aconteça não só no jiu-jítsu, mas em nenhum esporte”, disse o vereador.
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