De braços cruzados

Não se  pode viver por viver, como se fosse apenas um número a mais; ou muito menos viver  esperando  o amanhã no qual, dia após dia,   se vê  o extermínio dos valores cristãos  e o crescente caos social. Será que dias melhores virão para o debate e o enfrentamento das mazelas do dia a dia, como assaltos, arrombamentos, assassinatos e mortes? Permanecer de  braços cruzados é  intolerável, pois transforma o homem em vítima indefesa e  dependente. Os atos criminosos não fazem parte da sociedade, talvez esse caos em que vivemos nestes dias atuais, seja um retrato em que a linha  do ter superou a do ser.

Se este cenário vivido pela população — em seu cotidiano — continua a  crescer em face da ausência do poder público: o que esperar dos que tenham o dever de aprimorar as leis? Não devemos esperar nada porque o Condenado pela Justiça  pensa somente em seus interesses pessoais, menos no futuro do povo brasileiro. Destruir é a palavra-chave. As ações no novo Governo  foram contra o povo nordestino, ao mandar paralisar a  transposição do rio São Francisco — assim,  voltou a ser dependente da exploração imposta pelos carros-pipas.

Falar de Lula é rememorar sua ficha cadastral longa e apagada por ministros do Supremo Tribunal Federal: foram 60 delações premiadas, sendo condenado por 39 juízes; 5 × 0 no Superior  Tribunal de Justiça, 3 × 0 no Tribunal Regional Federal da 4.ª Região, tendo sido mantida a respeitável sentença de primeiro grau. Lula foi descondenado por uma canetada e  ocupa o cargo de Presidente — em decorrência de suposta fraude nas urnas.  O TSE nunca  forneceu o código fonte.

Temos um presidente que não sai nas ruas, apreciador de bebidas  destiladas e ódio nos olhos que apoia a destruição da família e das igrejas; bem como a perda da propriedade por invasão e a eliminação do direito à herança.

Mas o fato repugnante ficou por conta da propina oferecida aos senadores no valor de R$ 15 milhões de reais para votarem no Pacheco. Evidentemente que foi reeleito, obtendo 49 votos contra 32. Esperar o que de Senadores sem compromisso com  o eleitor?

Enquanto o mundo se preocupa com tecnologia de ponta, nossa elitepolítica vive das tentativas de suborno; das ameaças e das mentiras — o povo ainda é a maior vítima. Tanto isto é verdade, que ao atearem fogo nos ônibus escolares recebidos pelo Dr. Dino e nunca utilizados constitui-se em outro ato criminoso; eis que  eliminou o direito de crianças das periferias irem à escola. E aí ministro: vai mandar apurar outro crime lesa-pátria? O Condenado pela Justiça: não vai…NÃO!

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