Todos os parlamentares que comandam partidos políticos no Amazonas estão trabalhando com a possibilidade de se lançarem candidatos a governador na eleição suplementar que vai escolher o substituto do governador José Melo, cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral. Já declararam esta intenção o presidente do PRB, deputado Silas Câmara; o presidente do PDT, deputado Hissa Abrahão e o presidente do PHS, vereador Wilker Barreto.
Outros também podem vir nesta esteira. É o caso do deputado Pauderney Avelino, presidente do DEM e do deputado Sabino Castelo Branco, presidente do PTB. Não está descartada uma candidatura do vereador Chico Preto, presidente do PMN.
Todos eles comandam os respectivos partidos com mão de ferro, elencando nas Executivas Regionais parentes, amigos e até sócios.
A avaliação geral é a de que, sem o dinheiro empresarial – os empresários estariam recolhidos por conta da Operação Lava Jato -, a eleição seria nivelada por baixo e todos teriam uma chance de ascender.
A especulação mais traumática, entretanto, diz respeito ao presidente do PR, deputado Alfredo Nascimento. Se decidir ser candidato, ele impedirá que um dos favoritos ao pleito, o ex-deputado Marcelo Ramos, dispute a eleição. Seria a “pernada” mais forte dos últimos tempos.
Outro que está causando certo trauma é o deputado Hissa Abrahão. Com sua candidatura, ele impediria outro nome muito especulado – o ex-governador Amazonino Mendes, também filiado ao PDT.
Não há mais prazo para a filiação partidária.
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