Cala a boca, porra!

Por Sancho Gil*

É, mano, “as coisas mudam de lugar, chegam mais perto só pra ver…” hoje eu tô só o Roberto Carlos, antes jogava flores pra platéia, agora é marapatá, pássaro canto e cativeiro e “cala a boca, porra!”.
Na mesma semana, o Silvio santou, o Roberto esclerosou e a Anita lulou.

Vamos consultar o ECAD para alterar a letra da música: “como é grande o meu amor, cala a boca porra, por você!”. Depois dessa, só nos resta fazer o concerto, cantando na biblioteca.
Em terra de urubu, galo não cisca. Como dizia um amigo meu anarquista: “só Cristo Silva!”

Do “taqui pra ti” do babá, chegamos literalmente ao “e daí? eu não sou coveiro!” do bobão de plantão, no planalto.
Numa discussão calourosa dessa, tipo: redes sociais.

Outro amigo disse: “o teu presidente vaga.. vaga, vagalume (pronto falei!), não faz nada, só sabe gastar o cartão corporativo e passear de moto e jetski. O que ele fez de bom para o povo?” questiona!

– O outro pensou, respondeu gaguejando: “ele, ele, ele fez…. o Pix.”

O primeiro devolveu: “você diz que ele fez o Pix, mas até agora só quem recebeu foi a Michelle (a terceira dama), 89 mil do Queiroz.”

No olho!

Já que acordei sem pix pra nada hoje, vou ali na “salinha escura do seu Lira” pegar meu pix também, minha parte no orçamento secreto e colocar sigilo de 100 anos nessa postagem.

Enquanto o “outubro vermelho” não chega, só nos resta orar como o profeta João Grilo: “Valei minha nossa senhora / mãe de Jesus de Nazaré / a vaca mansa dá leite / e a vaca brava dá café”.

Mil perdão pela “avacalhação” da fé cristã, mas eles transformaram fé em fezes.

Que situação, Maria Eduarda!

Vou sair à francesa. É muita pleura. Fui!

*Apenas um rapaz latino americano sem dinheiro no banco.

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