Advogados dizem que OAB-AM não adotou transparência para explicar seus gastos em 2022

Os advogados do Amazonas Lúcia Barreto, Paulo Maffioletti e Marco Bacelar anunciaram ontem que não tiveram ainda resposta da cobrança que fizeram no dia 5 de abril sobre a ausência dos demonstrativos dos gastos financeiros referentes às despesas realizadas em 2022 pela Ordem dos Advogados do Brasil, secção Amazonas (OAB-AM). Eles encaminharam ofício ao presidente da entidade, Jean Cleuter Simões de Mendonça e ontem manifestaram-se por meio das redes sociais enfatizando o “aniversário” de um mês da cobrança.

“Comunicamos que no dia 05 de Abril de 2023 encaminhamos expediente formal ao presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Amazonas, responsável pela gestão 2022 – 2024, requerendo informações e esclarecimentos sobre a ausência de transparência e não divulgação mensal das demonstrações financeiras para advocacia amazonense mediante ampla divulgação nos canais eletrônicos oficiais da seccional referente às despesas e demonstrações financeiras da atual gestão no ano de 2022”, dizem.

Segundo, eles, os endereços constantes na aba institucional da OAB-AM, constatam a ausência de transparência em relação às despesas financeiras mensais. “A divulgação das informações dos gastos financeiros mensais é medida institucional que se impõe em respeito ao princípio da transparência e probidade para que a advocacia amazonense tenha o direito de acesso a informação visando exercer a fiscalização a partir do momento da divulgação das despesas realizadas por essa gestão”, alerta Maffioletti, que disputou com Mendonça a presidência da entidade e é ligado a movimentos de direita no Amazonas.

A OAB-AM ainda não se manifestou sobre a cobrança.

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