Imagine uma nação sem qualquer tipo de projeto, tanto para a economia, como para a segurança e, acima de tudo, para a educação e demais áreas que levem os jovens ao mercado de trabalho com conhecimento das novas tecnologias. Este país existe e seu nome é Brasil.
Estamos apontando um fato que exige e exigirá sempre a adoção de medidas concretas para combater a “eficiência” da burocracia. Chega de discussão medíocre e de omissões, vindas da incompetência dos despreparados que ocupam cargos públicos para preencher cotas de partidos políticos — sem possuírem nenhuma qualificação profissional, muito menos conhecimento da função.
A divisão ideológica ora existente, aliada ao ódio e à vingança, afasta o atual presidente e seus intolerantes Ministros de uma discussão sadia para a criação de projetos duradouros que façam a nação crescer e oferecer ao povo educação de qualidade. No mundo atual, onde o conhecimento exige a celeridade de um aprendizado sólido, ter escolas e faculdades de ponta é um dever impostergável. Hoje, quiçá com exceções, deixam muito a desejar; em razão do nível dos professores cada vez mais rasos. Criar uma política pública sólida é consequência de vários estudos dos diversos mercados que passam longe do Senado e da Câmara, — eles agem na base do “toma lá, dá cá”. Por isso, várias ONGS têm visão e tiram proveito de realidades, no qual discutem temas com conhecimento de causa.
É, assim, lamentável termos uma sociedade acuada e vítima de armadilhas que prejudicam a todos: jovens, empresários e investidores que daqui se foram. É histórico no Brasil que o imediatismo se constituiu num dos pontos negativos – o nivelamento por baixo só prejudicou o avanço e o acompanhamento da tecnologia em qualquer segmento produtivo. Um país que em dez anos cresceu somente 2% nada tem a oferecer aos jovens devido à mediocridade de seus governantes.
O atual quadro oferece inadequada formação aos jovens por se encontrar afastado da economia verde, digital e criativa. Priorizar a busca da educação profissional, contando com o talento dos jovens, poderá ser o início da nova era produtiva, a qual enterrará a estagnação do país.
O Brasil precisa de novos líderes que tenham a visão do futuro para conduzi-lo a um patamar superior, sem depender da incompetência, da ganância e de uma suposta “elite” de políticos sórdidos que lembram do povo somente no período eleitoral.
A falta de vontade para empreender mudanças sempre foi mortal por enfraquecer e alijar uma nação do mundo dos negócios. Tal fato aliado à polarização do atual cenário político está isolando o Brasil, com reflexos nos jovens — sem o direito a um futuro promissor.
Mas a pior apatia para um segmento reside no STF — onde todos ignoram a triste realidade do povo que reprova a maioria dos Ministros. O Brasil precisa de gestão e, por isso, tem razão o Ministro Haddad quando disse que “há necessidade de se ter agenda” e o presidente permanecer mais no país para enfrentar os problemas.
O Brasil não pode depender da mediocridade personalíssima de um presidente que ignora o povo após enganá-lo e só pensa em atacar os cofres da nação com seguidas viagens onde tem sido ignorado por outros presidentes de várias potências.
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