A fase do “quanto pior, melhor”

Será que estamos caminhando para a fase do “quanto pior, melhor”; ou aguardando os infiltrados destruírem o que restou do país; ou ainda, será que os “chefes” guardarão o silêncio da bela adormecida sob o manto de uma hipocrisia condenável? — que afronta a inteligência até da ex-presidente Dilma.

     A história já foi escrita e o mundo assistiu milhões de brasileiros nas ruas desde o resultado das urnas fraudadas — até porque todos tiveram ciência da forma como foi conduzido o processo, face ao uso de dois pesos e duas medidas. Comenta-se que vários Ministros — uns omissos e outros coniventes — prestaram um desserviço à Pátria — freando a maior concentração cívica já vista no mundo. Porém, grande parte da imprensa tem sua parcela de culpa ao tomar partido por interesses escusos; praticando um protecionismo para com o STF e o TSE — o “chefe” da casa julga ser o herói perante essa mídia execrável. Acusar sem provas e prender sem o devido processo legal continua sendo a marca de um governo paralelo que invade a competência do executivo e fere de morte o legislativo. Foram parciais desde quando ressuscitaram o maior ladrão dos cofres públicos; ressuscitando-o das cinzas para elegê-lo de forma vergonhosa. Temos um presidente que não sai às ruas e nem sairá porque carrega seu passado de inúmeras ilicitudes e várias condenações — alguns beneficiários devolveram valores aos cofres do país. Seja honesto presidente e renuncie para que a paz possa ser alcançada.

     Os fatos ocorridos e as atitudes, algumas insanas, fazem parte de uma história negra já vista pelo mundo. Aumentar os erros não contribui, mas influi na medida em que não buscam a verdade, mas a destruição. Basta de maquiavelismo, originado de análises tendenciosas. Ora, não é crível admitir que um Ministro tenha declarado: “Querem uma colônia de férias”… Sinceramente, a desumanidade superou o mais mesquinho dentre os sórdidos comportamentos humanos. Abominável é o termo pertinente a ser qualificado o ato de confinamento ocorrido em Brasília. Não se confunde e muito menos se admite o vandalismo ocorrido, iniciado pelos infiltrados propositadamente selecionados.

    Contudo, não se pode admitir a prática do arbítrio, muito menos que o sentimento de medo prevaleça. Combater e afastar a intimidação, com o intuito de enfrentar o autoritarismo é o que desejamos. Assim, cabe-nos unir forças para essa tarefa de superação em que o protagonismo irá restaurar a legalidade, hoje inexistente. As conquistas obtidas em todos os segmentos não podem ser enterradas por alguém descontrolado. O verdadeiro Estado Democrático de Direito não permite desequilíbrio entre os Poderes — nem admite que o País seja manobrado por um único Poder no qual o rei persegue e pune sem que nada lhe aconteça. O ex-presidiário será figura decorativa?

     E o que fará diante do cenário econômico em que várias indústrias de grande porte estão enfrentando uma baixa no faturamento, como a Toyota, UberEats, Carrefour, Guararapes, Riachuelo, Yoki Alimentos, 99 Food, Amazon… e 400 empresas que estão na bolsa já perderam mais de 500 bilhões de dólares desde a “eleição” do ex-presidiário. Como acreditar num Ministro despreparado… Estamos caminhando para o abismo?

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