Não há árvore grande que não possa ser tombada, nem edifício tão alto que não venha abaixo tampouco autoridade suprema que não venha a ser derrubada.
Na história dos impérios e dos regimes absolutistas ainda que as quedas tenham demorado, todos vieram abaixo ante o clamor e as lutas do povo que varreu do mapa todos quantos tentaram de alguma maneira impor um regime de força ainda que de toga.
E nem vamos precisar da guilhotina. Para o povo brasileiro de bem basta os dedos e as urnas para sacar do poder aqueles que tem se aliado para vitimar nossa gente e impor um governo de medo e de perseguição.
A queda será em série tal qual pedras de dominó. Um a um serão varridos da história e serão jogados no ostracismo de onde só serão lembrados como traidores da pátria e usurpadores de poder.
Para cada corrupto solto os protestos de um cidadão de bem; para cada ladrão descondenado um grito de desabafo; para cada bandido do colarinho branco liberado apesar das fraudes e roubos, um clamor de descontentamento.
Eles passarão, nós passarinhos para lembrarmos do poeta gaúcho Mário Quintana.
RIO GRANDE DO SUL
Há uma tragédia escondida sob os escombros amontoados do que restou do estado e da população do R. G. do Sul.
Não paro de observar, duvidando, de que por trás de todo esse desastre há sim a mão humana que subestimou as intempéries, prevaricou ante as normas ambientais e sobretudo vacilou e procrastinou na adoção de medidas necessárias ou se omitiu criminosamente abandonando o povo à própria sorte.
O governo Lula protagoniza as maiores fanfarronices preocupando-se mais com animais, com questões políticas e eleitorais do que de socorrer a população.
Os meios de comunicação oficial e a mídia comprada, alardeiam ações e gastos muito aquém do necessário e, até a companheira do presidente da república tira uma casquinha dessa tragédia posando de boa moça.
Não fosse a solidariedade e a pronta ação da sociedade civil brasileira, nada de efetivo teria ocorrido até aqui para salvar a população ou socorrer com os meios mais necessários quem de fato precisava de ajuda.
Tenho dúvidas igualmente de que ante tanta destruição e tanta perda material o número de mortos e desaparecidos seja esse que os governos federal, municipais e estadual estão liberando para divulgação. Oremos!
SÉRGIO MORO
Acertadamente o TSE concluiu pela absolvição do Senador e ex juíz Sérgio Moro de um processo de cassação.
O TSE manteve uma decisão do tribunal eleitoral estadual que já havia inocentado o senador das acusações de ter exorbitado nos gastos de campanha.
Não havia dívidas de que o processo era político e vingativo, orquestrado por partidos cujos alguns membros, haviam sido julgados e condenados pelo ex juíz.
Estes partidos e seus membros encalacrados em desmandos e corrupção, queriam encontrar um meio de cassar os votos de milhões de eleitores paranaenses que colocaram numa cadeira do senado o ex juíz caçador de ladrões do dinheiro público.
Não conseguiram seu intento porque havia a lei e a norma entre suas vontades e a vontade soberana do eleitor.
MORTES NO TRÂNSITO DE MANAUS
Tô por me lembrar de ter sabido de tantas e tantas mortes provocadas por acidentes de trânsito nas ruas da nossa capital nos últimos tempos.
Há inúmeras tentativas de se explicar os dados alarmantes que dia a dia são expostos na mídia e só crescem.
Imprudência? Falta de sinalização? Condições das vias? Condições do tempo? Falta de fiscalização da autoridade do trânsito? Falta de educação?
Penso que uma somatória de todos esses fatores ou eles agindo de modo separado, são capazes de traduzir o porque de muitas vidas e na sua grande maioria de jovens, são ceifadas no trânsito louco de Manaus.
Mas algo me chama atenção e não posso deixar de expor como fator preponderante para esse caos e esses números trágicos.
Falo da inoperância, da omissão, da incompetência e da falta da presença dos agentes de trânsito tanto do estado quanto da prefeitura a fiscalizar, educar, acompanhar ou cuidar do nosso trânsito nos lugares onde sabidamente há pontos os quais obrigatoriamente a atenção do estado e do município devem ser concentradas.
Em saúde denomina-se de vigilância epidemiológica o setor que analisa e estuda as ocorrências de surtos de doenças a partir de dados e repetições de ocorrências e logo, há uma pronta intervenção para o combate.
O que fazem então o DETRAN e órgão de trânsito municipal que assistem contemplativamente os repetitivos acidentes com mortes?
Cadê as planilhas, estudos, dados e informações estratégicas para contribuírem com as intervenções nos locais e pontos de maior concentração de acidentes e de mortes?
Manaus é a primeira capital do país do transporte por motocicletas. O trânsito vitima com mais mortes e lesões os motociclistas e a tendência é cada vez mais de esses números avançarem.
O que está sendo estudado ou quais as estratégias estão sendo operacionalizadas para reverter esse quadro dantesco?
Sobra propaganda dos governos vendendo publicidade de seus feitos e falta divulgação de educação básica de trânsito.
Nossos guardas de trânsito aprenderam rápido e bem a lição de multar e nunca estudaram nos livros que é melhor educar, encaminhar, ensinar ou ajudar os motoristas.
Té logo!
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