A Resolução 159 foi anunciada em 17 de fevereiro e reduz progressivamente a alíquota do imposto, de 35% para 20%, até o fim do ano. Omar destaca que o setor de bicicletas é decisivo para a geração de empregos em Manaus.
Omar reitera que a indústria nacional deseja competir no mercado externo, mas tem de enfrentar no Brasil “um ambiente de negócios burocrático, um sistema tributário e logístico disfuncional e pesados encargos incidentes sobre a produção”.
“Colocá-la para competir, subitamente, em igualdade de condições com produtores de outros países, que operam em um ambiente muito mais amigável, é como esperar que, em uma corrida, aquele que carrega uma mochila de 20 quilos possa vencer um outro que corre livremente. Não por outra razão, o setor de fabricação de bicicletas propôs a redução escalonada das tarifas de importação, condicionada, porém, a um esforço progressivo de enfrentamento dessas dificuldades”, conclui.
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Este post tem um comentário
As bicicletas estão sendo uma alternativa à população como meio de transporte (valor do combustível nas alturas) e atividade física (academias fechadas devido aos lockdown). Os políticos utilizam a precariedade da industria nacional como forma de aumentar imposto, isso é uma vergonha!!! A industria nacional que tem que se adequar para consegui seu mercado em relação as importadas, coisa que muitas já estão fazendo, não é a população que tem pagar com mais impostos!!!
20% de imposto em cima de uma bicicleta importada, isso é mais que um absurdo, imagina os atuais 35%!!!