Paulo Freire

Em lagoa que fui mordido por jacaré, eu não lavo mais o pé, quiridu!

Paulo Freire é luz da humanidade e da democracia.

Postando só pra doer nesse gado esquisito que emergiu no pasto bolsonarista em 2018, mas que se empoderou desde 2013.

“A inclusão acontece quando se aprende com as diferenças e não com as igualdades”, e, ensinar a ler é ensinar a questionar”.

Nessa lógica, a casa grande surta quando a senzala ensina a ler. Assim é Paulo Freire.

Um conselho: é preciso ler mais livros, para deixar de falar de rancho de Carlinhos Maia, Virgínia e Labubu, tá ligado!?

Só pra contribuir, a literatura sempre resistiu ao tempo porque ela é uma forma de manter vivos os mortos.
E, ler um clássico é conversar com alguém que já enfrentou o caos antes e sobreviveu.

Nesse contexto, professores são perigosos, podem ensinar o povo a pensar.

Quando não tinha internet, a gente jurava que a ignorância era só falta de acesso à informação.
E não era meu caro, Paulo Freire!

Desenhando aos desavisados e desavergonhados de cognição, Paulo Freire é um dos autores mais citados do mundo, ao lado de monstros como: Aristóteles, Sócrates, Maquiavel, Santo Agostinho, Kant, Foucout, Schopenhauer, Gramsci, Nietzsche, Kafka, Sartre. Um legado atemporal.
A “Pedagogia do Oprimido” é sua obra principal e principal também, nessa lateralidade de conhecimento, é sua referência no mundo acadêmico, e, a gadaiada chora com isso, aqueles discípulos de Ovaso de Carvalho, minha ixtimadinha Lígia Lira.

Em sua percepção sobre educação, simplesmente afirma que “seria uma atitude ingênua esperar que as classes dominantes desenvolvessem uma forma de educação que proporcionasse as classes dominadas perceberem as injustiças sociais de maneira crítica.”

Paulo Freire, o terror dos bolsonaristas sempre dizia: “o sistema não teme o pobre que passa fome, teme o pobre que sabe pensar.”

Pois é meu caro Paulo Freire, se tivessem feito o “dever de casa”, não estaríamos testemunhando tamanha imbecilidade.

Pobre idolatrando bilionário;
Preto negando a existência do racismo;
Trabalhador defendendo a escala 6 X 1;
Mulher lutando contra o feminismo;
Gay pedindo perdão por amar.

A ignorância é raiz de todo mal, quiridu!

A diferença entre mirante e abismo é o ponto de vista, mesmo.

Aqueles que falam em doutrinação nas escolas, normalmente estão nas igrejas sendo doutrinados.
Os pastores e a extrema-direita sim, são exitosos na arte da doutrinação.

Com quase 50 alunos em sala de aula, as vezes o professor não consegue nem fazer a chamada, ensinar consciência de classe e ter senso crítico, aí fica mais difícil ainda, Cleice Maria que o diga!

Tabuada, caligrafia e verbos, que é o básico do básico, é difícil eles aprenderem. Já a doutrinação, aí é pacabá!

Tem uns que não conseguem doutrinar a própria bexiga, fica toda hora pedindo pra ir no banheiro.

Como professor, precisamos as vezes, doutrinar os alunos a limpar o nariz, lavar as mãos após ir no banheiro, parar de conversar, isso sim.

Depois dessa, já que achava que não valia nada isso, ‘mais valia’, meu caro Marx, vou ali acabar com o comunismo em Balneário Camboriú, doutrinar uns bolsonaristas desprovidos de inteligência.

Porcos chauvinistas que adoram virar linguiças.
Nóis vai descer, vai descer!

Vou tirar minha carteirinha de professor amanhã, quiridu.

*Apenas um rapaz latino-americano sem dinheiro no banco.

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