“Senhoras e senhores, trago boas novas, eu vi a cara da morte, ela estava viva!”
Somos a última geração que presenciou e sabe como era a vida antes das redes sociais. Tá ligado!
Como diz Renato Russo: “nos perderemos entre monstros da nossa própria criação”.
Nesse marco atemporal do Chat GPT (como o outro pautado por Lira é o carai!), é sempre bom lembrar: um copo vazio está cheio de ar.
A tecnologia não pode permutar o amor e a gentileza. Da mesma forma, ainda não foi capaz de substituir e suplantar a filosofia, e acho que não será.
Essa, continua cada vez mais imprescindível e necessária, minha caríssima Matilde, Maria Enedina que o diga.
Além do bem e do mal, Lou Salomé diria com sua serenidade, sem aquela agressividade bélica: “Que porra é essa de inteligência artificial e Chat GPT, Nietzsche?!”.
Já Simone de Beauvoir certamente questionaria assustada também, sobre essa burrice sepulcral do cidadão de bem e do patriota, que se educa e aprende pelo zap.
Na cárie desse Bluetooth do dente azul que pertenceu ao rei Harald, famoso por unir a Dinamarca e Noruega, as “runas nórdicas” que vão do seu computador ao celular são capturadas pelo Vale do Silício numa simbiose episcopal.
Só para pontuar, habitamos numa moderna caverna onde todo mundo se esconde com o celular na mão, com os morcegos de Wi-Fi, e, apesar de estarem próximos, estão distantes uns dos outros.
Saramago já alertava, o mundo está se convertendo em uma caverna igual a de Platão: todos olhando para as imagens e acreditando que elas são realidades.
Estamos vivendo de fato e de direito, nessa caverna, com suas alegorias modernas e todos acessórios tecnológicos.
Uma harmonização facial nesse embelezamento estético que descreve um grupo de pessoas, cada vez maior, habitando nessa caverna desde o nascimento.
“Todos estão acorrentados, com as cabeças viradas para a parede, sem poder mover-se ou ver a luz do sol”.
É uma corrente do Wi-Fi, se comunicando através de tambor digital.
O único mundo que conhecem é aquele que enxergam projetado na parede da caverna, meus caríssimos Lúcio Sales, Edney Manauara, Ronaldo Santos (soc3), Antônio Carlos de Paula, Jeferson Garrafa Brasil e Lu Olga.
As sombras dos objetos são refletidas pela fogueira das vaidades em busca da verdade e longe da libertação da ignorância e do engano.
Segundo Nietzsche, já havia caverna há milhares de anos, onde a sombra de Deus era mostrada. E assim falava Zaratustra, nesse leviatã, com ossos de bronze, capaz de capturar o projeto de nação dentro dessa lógica do Google, Wikipedia e inteligência artificial vigente.
A agonia da vez é o jogo de Simulador da escravidão do Google que confirma sua índole elitista, excludente e escravocrata, depois de 350 anos do chicote da Sinhá.
Mentir, mentir, mentir para alguma coisa há de ficar, como dizia Maquiavel. É a lógica cibernética deste desenvolvedor.
Nessa ilusão passageira e permanente igual a nuvem de Hermes de Aquino “que com o vento se vai”, só tenho a dizer: passe a olhar o mundo com a coragem do cego, entenda as palavras com a atenção do surdo, fale com a mão e com os olhos, como fazem os mudos, só assim “entrará no reino do céu”.
Na lógica das redes sociais, às vezes confundo Frida, Violeta Parra, Dulcinéia del Toboso e até Capitu de Dom Casmurro, mas tudo dentro da margem de erro de 5 pontos para mais e 5 pontos para menos, segundo o IBOPE.
Deixando de lado anjos e demônios, mais demônios do que anjos, não necessariamente nessa ordem, mesmo não me interessando por abobrinhas, mandioquinhas e baboseiras, vou para os registros paroquiais, numa celebração amazônica.
Só pra saber mesmo, a rifa dos influenciadores, produtores de conteúdo e blogueiros do Amazonas continua valendo? Já bateram esse bingo ou passaram batidos, meu caro Meganha?!
Antes de devolver o dinheiro de quem comprou as cartelas das rifinhas, não seria bom fazer um novo sorteio para rifar os ingressos do fight entre Marlucia x Rosana Frota na faixa liberada da Ponta Negra?
Joanadarquiando nesse estágio, supervisionado pelo Tiruipa, o Cruzeiro do Safadão, além de Lira o sensor do ICL, numa animação e celebração pra lá de tiririca, flagramos também Joana d’Arc a deputada bolsonarista do Amazonas.
A “famosa”, defensora da capivara Filó, aumentou suas férias e produziu provas contra si, numa sucumbência surreal, puxando o microfone do humorista e anunciando a sua presença vip no show, procurando o boy!!!
Como diz Titãs: “faça calor ou faça frio,
é sempre carnaval no Brasil”.
Vai Safadão! Será que nessa seção de rapé do xamã gospel embarcado no flutuante parrudo, não seria bom fazer as rifinhas, para o show de Tirulipa e Safadão no próximo Cruzeiro pelo Caribe, minha caríssima amiga Bete de Dezembro?!
Tou com ICL, Lira é o caraí!!
Não à censura!
*Apenas um rapaz latino americano sem dinheiro no banco.
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