Por Ronaldo Derzy Amazonas*
Há uma explosão, no planeta, de cenas lamentáveis em que a raça humana digladia em meio a episódios de intolerância religiosa, crimes de racismo, discriminações e preconceitos de toda ordem incluindo a ideológica, enfim, a não aceitação das diferenças e das escolhas pessoais de cada um em meio a uma crise de irracionalidade e ausência de respeito e falta de amor.
Nas ruas, nos condomínios, nos estádios, nas repartições públicas, nas fábricas e até no seio familiar e nas igrejas, o que se toma conhecimento de fatos e casos em que as diferenças saíram do corriqueiro e extrapolaram as raias do razoável, não encontra parâmetro algum num mundo em que, embora os fatores geográficos não tenham alterado, a aproximação por meio das redes socais são uma realidade em que o ser humano deveria aproveitar esse encurtamento de distâncias e melhorar suas relações como forma de tornar o mundo mais palatável já que sequer respeitamos o que Deus nos deixou como herança por meio da natureza.
A cor da pele, o estilo do cabelo, as posses, a roupa que se usa, a tatuagem, a opção sexual, a crença religiosa, a obesidade, as preferências no futebol, as patologias psíquicas e as condições psicológicas de alguém, tudo são motivos para olhares, gestos e palavras de reprovação, atitudes de não aceitação e, o que é mais grave, até agressões físicas, verbais e documentais e, em alguns casos extremos, o cometimento de crimes contra a vida. Vôte!
Quanto desamor, quanta covardia, quanta violência e tamanhas atitudes de intolerância ainda somos levados a assistir e tomar conhecimento em pleno século XXI onde legisladores e a justiça são chamados a recrudescerem as normas e aplicar penalidades cada vez mais pesadas, porém, sem que se note quaisquer mudanças ou inibições de futuros cometimentos de crimes relacionados com esses fatores.
A Antropologia, a Sociologia e outras ciências relacionadas ao comportamento humano, parecem não encontrar as respostas plausíveis ante essa escalada de agressões e mortes e só nos cabe enquanto pais, avós e educadores, lançarmos mão das ferramentas que ainda podemos usar como os bons exemplos, a persuasão, os argumentos religiosos e a proporia fé que abraçamos para sensibilizarmos as novas gerações a fim de promovermos o respeito e a tolerância como atitudes dignas de mudança comportamental em busca de um convívio harmonioso onde prevaleçam o amor e a solidariedade humanas.
Somente uma boa educação familiar, a complementação escolar e os bons exemplos dos mais velhos, poderão impregnar as novas gerações de atitudes de grandeza pessoal, de gestos de magnanimidade e de tomada de consciência verdadeiramente humana, como fatores preponderantes de mudança de paradigmas sociais e de comportamentos de criaturas cada vez mais consumistas e menos sensibilizadas com aquilo ou aquele que é diferente.
Té logo!
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