Urgente: Empresa francesa Vinci Airports é a nova dona do aeroporto internacional de Manaus

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A empresa francesa Vinci Airports arrematou hoje, em leilão promovido pelo Governo Federal, o bloco Norte de aeroportos oferecido no certame, cuja âncora é o aeroporto internacional Eduardo Gomes, de Manaus. A proposta vencedora, no valor de R$ 420 milhões, representou um ágio de 777,47% sobre o preço inicialmente estipulado. A concessão pública tem prazo de 30 anos.

Além do aeroporto de Manaus, a empresa vai administrar os terminais de Tabatinga, Tefé, Rio Branco (AC), Porto Velho (RO), Boa Vista (RR) e Cruzeiro do Sul (AC).

A Francesa Vinci Airports administra 45 aeroportos no mundo, dentre eles os de Gatwick (Londres, Inglaterra), Lisboa, Porto (ambos em Portugal), Belfast (Irlanda do Norte), Atlanta (EUA) e o de Salvador (BA).

O leilão atraiu interessados para todos os três blocos e garantiu ao Governo Federal uma arrecadação inicial de R$ 3,302 bilhões. Segundo o Ministério da Infraestrutura, o ágio médio foi de 3.822%, o que representou uma arrecadação R$ 3,1 bilhões acima do mínimo fixado pelo edital para o valor de contribuição inicial (R$ 186,2 milhões).

Além do valor à vista, as regras do leilão preveem uma outorga variável, a ser paga a partir do quinto ano de contrato. O investimento total nos 22 aeroportos, que foram divididos em três blocos, é estimado em R$ 6,1 bilhões durante os 30 anos de concessão.

Ao todo, sete concorrentes participaram da disputa. O grande vencedor do leilão foi o consórcio Companhia de Participações em Concessões, subsidiaria do grupo CCR, que levou os blocos Sul e Central. Já a francesa Vinci ficou com o bloco Norte.

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, comemorou o resultado do leilão desta quarta e a participação de grupos nacionais e estrangeiros. O Brasil merece esse crédito, é um país rico em oportunidades. Que atravessa um momento difícil sim, mas tem capacidade de se reinventar”, disse. “O desafio é gerar o máximo de empregos que pudermos”, disse ele.

Os 22 aeroportos do leilão foram divididos em três blocos, abrangendo um total de 12 estados. Cada bloco possui um aeroporto âncora sediado em cidades de maior demanda – Curitiba, Goiânia e Manaus.

Joia da Coroa

O Aeroporto Eduardo Gomes é considerado “a jóia da coroa” do Sistema Infraero, composto por 53 aeroportos. Movimentou 32% do total de cargas que passou pelo sistema no ano de 2019 (o ultimo pré-pandemia), e 7% do total de passageiros.

Os demais seis aeroportos do grupo leiloado representam 5% da carga movimentada pelo Eduardo Gomes, mas 53% do total de passageiros.

A privatização abre um novo horizonte em termos de investimentos no terminal tanto para otimizar as operações de carga, fundamental para a expansão sustentado do Polo Industrial, quanto na busca de novos destinos, o que é basilar para o setor turístico, um dos vetores da diversificação da nossa economia.

Qual Sua Opinião? Comente:

Este post tem 2 comentários

  1. Pedro Samuel neves da costa

    Melhor coisa que governo federal fez,pelo menos tira centenas de funcionários fantasma que ficam só mamando,tem que cortar despesa mesmo,parabéns bolsonaro

  2. Margareth Abrahim Lustosa

    Excelente!A privatizacao melhora tudo!

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