A Constituição Federal assegura ao advogado o exclusivo uso da palavra nos tribunais, sendo a única profissão com tal prerrogativa. Recentemente, houve episódios preocupantes: o ministro Flávio Dino demonstrou desconhecimento da lei ao ordenar que um policial removesse um advogado do plenário do STF. Mais grave ainda é a omissão da OAB, cujo silêncio diante de tal atitude pode ser considerado criminoso. Além disso, o ministro Alexandre de Moraes exigiu que advogados enviassem previamente as provas que pretendiam apresentar. Exigir autorização judicial para o advogado exercer a defesa de seu cliente é a prova cabal da desinformação por parte de um julgador.
O Supremo Tribunal Federal (STF) desonra a nação ao negligenciar a Constituição. O Senador Plínio Valério resumiu a situação ao afirmar: “No STF não tem bonzinho e no Senado não há tolo”. O que se pode esperar dos ministros do Supremo Tribunal Federal, cujas ações parecem visar o benefício próprio? A atitude atual de transformar aqueles que seriam meros subordinados em um “grupo de intocáveis” configura, a nosso ver, uma aberração digna dos tempos de Átila, o Huno. Finalizando, a “bomba” vem do “mandatário” cuja esposa tinha contrato de 129 milhões de reais com o Banco Master, conforme descoberta da Polícia Federal.
Após intenso debate, o Ministro Gilmar Mendes fez “elogio ao presidente do Senado, Alcolumbre, que teria mostrado ‘elevado espírito público’ ao determinar o arquivamento de 36 pedidos de impeachment contra os Ministros”, conforme reportagem do Estadão. Pior é ver pessoas que deveriam estar de bem com a vida sendo criticadas por suas posturas onde os interesses pessoais e momentâneos deixarão nelas a marca da ganância e não aqueles que foram do SBT. Por isso, voltou a circular o vídeo do Sílvio Santos entrevistando Bolsonaro.
A Câmara demonstrou uma postura de contrariedade ao Supremo, como evidenciado pela recente rejeição do pedido de cassação do mandato de Carla Zambelli. O caso foi arquivado, e a sessão encerrada, com 217 votos a favor do arquivamento e 170 contrários. Considerou-se que houve justiça, baseada no princípio de não se admitir perseguição. Esse resultado foi interpretado como mais uma derrota política para o presidente Lula. Ao derrubarem a decisão da Câmara que decretou a perda de mandato de Zambelli, a esquerda e os lulistas deram um “tiro no pé”, porque quem assumirá a vaga é Adilson Barroso do PL de São Paulo.
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