Somos todos educadores

Quando redigimos um texto, uma contestação ― dos fatos com os quais  concordamos ou discordamos ― há vários objetivos envolvidos; entre os quais  explicitar sobre a matéria,  aclarar o tema, defender um ponto de vista, etc  ― o que é fundamental para aqueles que buscam estudar a fundo os vários ângulos da questão ― seja em qualquer segmento ou em trabalhos acadêmicos. Por isso, educadores, advogados, cientistas políticos, articulistas, pesquisadores têm o dever de pesquisar, analisar e apresentar o texto para o público fundamentado  na confiabilidade e na qualidade.

Destarte, combater a desinformação e buscar a verdade faz parte da missão de todo cidadão de bem;  afinal somos todos educadores.

Por outro lado, cada leitor teve sua formação  moral e intelectual diferente um do outro, os ensinamentos provenientes do lar são a base para a formação do caráter. O mercado de trabalho apresenta regras claras para todos: no processo de seleção e na execução do ofício. É preciso estar preparado.

Infelizmente o cenário político não é dos mais favoráveis, porque  a maioria dos envolvidos buscam somente o benefício próprio. Erradicar a maldade, o ódio e o enriquecimento ilícito é urgente. No “País do Futebol”, o número de narcisistas e portadores da vontade mórbida de assaltar os cofres públicos é assustador.

Todos  devem vigiar seus hábitos, pois estes formam o caráter que norteará a vida, ou seja, o destino. Dias difíceis serão sempre seguidos de dias melhores. Quando tomamos um caminho é porque temos uma meta, inexistindo espaço para a hesitação. Assim, Jean Jacques Rousseau afirmou: “A paciência é amarga, mas seus frutos são  doces”.