Saída de Monica foi movimento político

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Na manhã de hoje, o chefe da Casa Civil do Governo, Raul Zaidan, procurou a diretora geral do Detran-AM, Mônica Melo, e sugeriu que ela pedisse exoneração. Disse que falava pelo governador Omar Aziz. Ela pediu para responder à tarde e o fez, dizendo que não solicitaria a saída. “O cargo não é meu. Se o governador quiser, pode solicitá-lo me exonerando. Foi o que aconteceu.

A substituição da diretora estava desenhada desde meados do ano passado. O então vereador Leonel Feitoza havia negociado com o governador sua desistência da reeleição em troca da nomeação para o cargo. Ele concordou, à época, em apoiar a vereadora Glória Carrate (PSD), que era o nome apoiado por Omar e pela primeira dama, Nejmi Aziz. A candidata acabou como primeira suplente e só assumiu no dia primeiro por força de decisão liminar do Tribunal Regional Eleitoral, que afastou do mandato o vereador eleito Ronaldo Tabosa (PP). O ex-vereador, que é defensor público, atuou com intensidade no processo jurídico que garantiu a posse da colega.

Mônica chegou ao Detran-AM na quota pessoal do ex-governador Eduardo Braga (PMDB). Sua saída pode ser interpretada como mais um passo para distanciar o governador Omar Aziz de seu antecessor. Filiada ao PC do B, a advogada chegou a ser cotada para se candidatar a deputada estadual em 2010 ou a vereadora no ano passado.

Leonel pode ser candidato a deputado estadual. Se confirmar a candidatura, passará pouco mais de um ano no cargo, que tem grande visibilidade e poder de mobilização política.

As atenções agora se voltam para a secretária de Ação Social, Regina Fernandes, outra que fazia parte da quota pessoal do ex-governador, e dos secretários do PC do B, partido que dificilmente estaria em uma coligação que não incluísse Braga. O deputado Chico Preto (PSD) já foi sondado para assumir a pasta social.

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