Um dos maiores desafios do governador interino do Amazonas, Roberto Cidade (União) tão logo assuma o mandato tampão, na semana que vem – a eleição dele na segunda feira (4) é certa – será enquadrar seu secretário de Meio Ambiente, Eduardo Taveira, que tem se mantido em silêncio sobre a obra de recuperação da rodovia BR-319 (Manaus-Porto Velho) e tem estreitas ligações com as Organizações Não Governamentais que integram , o coletivo Observatório do Clima, que tenta impedir, na Justiça, o início do asfaltamento do trecho do meio.
Em vídeo postado em seus perfis nas redes sociais, o governador interino demonstrou indignação com mais uma tentativa de travar uma obra considerada estratégica para a integração e o desenvolvimento do estado, especialmente em um momento em que o projeto reúne condições para avançar e começar a transformar a realidade da população.
“Estão tentando, mais uma vez, impedir o asfaltamento da BR-319, justamente agora que a obra tem tudo para avançar e começar a transformar a realidade do nosso povo”, afirmou.
Roberto Cidade ressaltou que o Governo do Amazonas atuará com firmeza para viabilizar a obra, buscando diálogo e soluções que conciliem desenvolvimento e preservação ambiental.
Segundo ele, o compromisso da gestão é garantir que o asfaltamento ocorra de forma sustentável, com planejamento, fiscalização e respeito à floresta.
“O Governo do Amazonas vai unir forças, dialogar e buscar caminhos para que essa obra aconteça de forma sustentável, respeitando o meio ambiente”, destacou.
O governador também reforçou que desenvolvimento e preservação não são incompatíveis, mas devem caminhar juntos.
“Vamos trabalhar para garantir a preservação da floresta ao longo da estrada, com fiscalização, planejamento e compromisso ambiental. Desenvolvimento e preservação não são caminhos opostos. São compromissos que precisam andar juntos”, completou.
Roberto Cidade finalizou destacando que seguirá conduzindo o processo com responsabilidade, firmeza e respeito à população amazonense.
A BR-319 é a única via terrestre de integração do Amazonas com o restante do país e tem sido alvo de debates judiciais e ambientais ao longo dos anos.
Eduardo Taveira permanece em silêncio.
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