Querido pelos colegas, morre em Manaus o repórter fotográfico Alexandre Fonseca

Morreu hoje o jornalista e repórter fotográfico Alexandre Fonseca, 47.. Há aproximadamente uma semana ele estava internado no hospital Check-Up, em decorrência de tratamento contra o câncer. Era muito querido pela categoria, que estava se mobilizando por meio de uma vaquinha, para ajudar no tratamento.

Natural de Santa Maria de Belém (PA), ele constituiu carreira e família em Manaus. Passou pelas redações dos jornais A Crítica, Amazonas Em Tempo e Correio Amazonense. Era proprietário da Proa Image Press e Fotocooking e estava atuando atualmente como repórter fotográfico na assessoria de comunicação da Secretaria Municipal de Infraestrutura de Manaus.

Alexanfre era também produtor cultural e Coordenador do Manaus Bem na Foto (MBF – Festival de Fotografia). Dedicava-se ainda ao projeto social “A escrita da Luz” e ao coletivo fotográfico “Retratando”.

Nos últimos anos, dedicou-se também à outra paixão que tinha: a gastronomia, concluindo o curso tecnólogo na área e e graduando em Nutrição.

Casado com a também repórter fotográfica Ione Moreno, ele deixa dois filhos, de 18 e 23 anos; os pais, Valentina e João Paulo, e mais cinco irmãos. O velório ocorre no auditório da Casa Militar da Prefeitura de Manaus.

O Sindicato dos Jornalistas divulgou nota de pesar.

O prefeito Arthur Virgílio Neto (PSDB), em nome de todos os funcionários da Prefeitura de Manaus, lamentou profundamente o falecimento de Fonseca.

“É sempre muito triste quando perdemos alguém tão querido e reconhecido por todos, não apenas em sua área de atuação. Faço questão de ressaltar a importância do trabalho da imprensa e de pessoas como o Alexandre, exímio fotógrafo, com visão sensível em suas imagens sobre a Amazônia e extremamente carismático”, externa o prefeito, manifestando, ainda, sua solidariedade à família.

Colega de profissão em grandes jornais e assessorias, o secretário municipal de Comunicação, Eric Gamboa, também lamenta a passagem do amigo. “Uma triste perda, sem dúvida, não apenas para o jornalismo, por ter um olhar singular sobre a região amazônica, mas para todos nós que convivemos com a pessoa calma e generosa, cheia de ideias e de bem com a vida, que era o Alexandre”, disse.

Foto: Cleomir Castro

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