Psicólogos denunciam abandono da sede própria de seu Conselho Regional, substituída por galpão alugado

A sede própria do Conselho Regional de Psicologia (CRP20), adquirida após consulta em assembleia da classe, está abandonada e a atual gestão da entidade decidiu alugar outro imóvel, que demanda um investimento vultoso. A denúncia é dos psicólogos que compõem a Chapa11, que disputa este mês a eleição que vai definir a nova direção da categoria, sob a liderança do profissional José Humberto da Costa Filho.

Eles dizem ainda que a atual gestão está prometendo comprar outro imóvel, acenando com a venda do imóvel de propriedade da entidade.

A sede do CRP20 é bem localizada em bairro nobre, o Parque Dez de Novembro. Porém está em estado de abandono e subutilização. A atual gestão optou por investir em um aluguel de outro prédio situado à rua Emilio Moreira, 1575, Praça 14 de Janeiro. O local mais parece um galpão, que precisará de uma grande reforma. A manobra não foi comunicada à categoria.

“O princípio da economicidade foi jogado no lixo pela gestão que aí está. Numa postura correta e transparente, seria mais econômico, priorizar a reforma e a ampliação de um imóvel que já pertence a categoria, e não se lançar ao um gasto absurdo, no apagar das luzes e saída desta gestão. Poderiam aproveitar os espaços, hoje ociosos, não precisariam interditar a área administrativa que hoje está em funcionamento. Não haveria necessidade de se mudar para reformar o prédio-sede dos Psicólogos”, dizem os denunciantes.

Eles pretendem encaminhar denúncia formal aos órgãos de controle.

A atual direção do Conselho não se manifestou. Se o fizer, este texto será atualizado.

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Este post tem um comentário

  1. Maria Silva

    A sede própria foi adquirida sem estudo e mal comporta os servidores atuais, além de não ser um imóvel para fins comerciais. Importante lembrar que durante todos esses anos a chapa 11 só se aproveitou do CRP 20 sem atuar efetivamente nas causas profissionais, abandonando por completo a nossa profissão e agora que se eleger com discurso político, fingindo ter feito algo que não fez efetivamente.

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