O blog apurou hoje que as entidades que representam os profissionais da Educação do Estado estão preparando uma greve que promete ser a maior da história, em protesto contra a falta de diálogo do Governo e a ausência de reajuste salarial. Eles reivindicam 25% de reposição, mas o impasse reside não apenas na falta de disposição do governador Wilson Lima (União Brasil) de negociar, mas principalmente no comprometimento do orçamento estadual, que impede qualquer oferta de percentual.
Há duas semanas o Governo chegou a abrir uma negociação, mas rapidamente recuou. No ano eleitoral de 2022 o orçamento foi totalmente comprometido para permitir a reeleição do governador, não deixando margem para a concessão de um reajuste maior à maior categoria de funcionários públicos, que são os profissionais da educação.
E ainda vêm por aí as datas bases da Saúde e da Segurança, que já mobilizam os profissionais das duas áreas, com possibilidade real de novas greves, já que não há espaço no orçamento para os reajustes pretendidos.
O governador precisaria vencer 2023 sem conceder as reposições para reequilibrar as finanças e resolver a situação em 2024, mas os funcionários não querem mais dar ao Estado este tempo, alegando que já foram muito prejudicados principalmente no período de maior gravidade da pandemia de Covid-19.
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Este post tem 3 comentários
Orçamento da educação vem a maior parte do FUNDEB caro jornalista ! Que há dois anos vem pagando um valor alto ( pois há sobras) portanto teria “gordura “ para reajustar os salários dos educadores com tranquilidade e sem mimimi
O governador não é transparente e não fala que os recursos para pagamento dos professores são recursos federal .
Pela péssima qualidade do ensino, atualmente, fica difícil dar aumento.