Fiscais e vistoriadores da Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU) estiveram na garagem da empresa Global Green na manhã desta terça-feira, 9/5, e encontraram 50 ônibus com problemas de manutenção e conservação. Dos veículos com irregularidades 42 foram notificados e oito foram removidos para o parqueamento da SMTU, incluindo um do tipo articulado.
Dentre as irregularidades verificadas pela fiscalização estão ônibus com assento quebrado/rasgado, plataforma elevatória para pessoas com deficiência inoperante, limpador de parabrisa quebrado, parabrisas trincado, assoalho danificado, forros da lateral, do teto, do piso e da sanfona rasgados. A lei n.º 1.779 de outubro de 2013 estabelece como penalidade para esses casos, multas que variam 5 a 50 Unidades Fiscais do Município (UFMs), correspondente a um valor que pode ir de R$ 499,20 a R$ 4.992,00.
Diante dos problemas identificados no trabalho de vistoria, o superintendente da SMTU, Audo Albuquerque da Costa, afirmou que a empresa terá um prazo de 90 dias para sanar as irregularidades de toda a sua frota de 239 ônibus. “O que a prefeitura e a população esperam é que haja solução. O prefeito de Manaus, Artur Virgílio Neto, e o vice-prefeito, Marcos Rotta, estão atentos às reclamações feitas pela população e, por isso, vamos ser austeros em cobrar melhorias, não apenas nas condições dos veículos, mas na operação das linhas que também é alvo de reclamações dos usuários. A empresa comprometeu-se a sanar as irregularidades e nós vamos acompanhar isso”, disse o superintendente.
A operação contou ainda com a presença dos vereadores que compõe a Comissão de Transportes da Câmara Municipal de Manaus (CMM), Rosivaldo Cordovil, Cláudio Proença e Joelson Souza, além de agentes da Ouvidoria e Proteção ao Consumidor – Procon Manaus, que também verificaram o cumprimento do artigo 257 da Lei Orgânica de Manaus (Loman), chamada de “Lei do Troco”, que estabelece como obrigação da empresa de ônibus o fornecimento de moedas aos cobradores para o troco. Ainda de acordo com o superintendente, outras empresas deverão ser fiscalizadas.
Foto: Altemar Alcântara/ Semcom
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