Prefeitura de Rio Preto acusa prefeito afastado de desviar mais de R$ 3 milhões

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A prefeitura de Rio Preto da Eva, por meio de seu advogado, José Ricardo Gomes de Oliveira, apresentou hoje ao Ministério Público um pedido de instauração de procedimento administrativo preparatório para ajuizamento de ação civil pública por ato de improbidade administrativa, com pedido de liminar de indisponibilidade de bens, contra o prefeito afastado Luiz Ricardo Chagas.

Segundo relatório de uma comissão de auditoria interna criada pela prefeitura, Chagas teria desviado um total de R$ 3.178.758, 05 em recursos próprios e outros conveniados com órgãos estaduais e federais.

O documento diz que “todos os contratos/convênios encontrados na prefeitura de Rio Preto da Eva durante os anos de 2012/2013 até junho/2014, apontados pela auditoria preliminar recém realizada, como comprovados pelos documentos em anexo, ao que consta, não tiveram a devida aplucação dos recursos na forma contratada e por óbvio ou não tiveram prestações de contas e/ou possuam indícios claros da possibilidade de fraudes e prejuízos aos cidadãos”.

Por isso, o documento pede que o MP sugira à Justiça a indisponibilidade de ativos financeiros, veículos e benns imóveis em nome do prefeito afastado, em caráter liminar.

Em anexo à representação estão os relatórios da auditoria, comprovando o mau uso ou desvio de recursos públicos.

A representação poderá redundar ainda em procedimentos do Ministério Público Federal, da Polícia Federal e da Justiça Federal, visto que recursos federais também teriam sido malversados.

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