País do faz de conta

O cenário de contrastes dos quatro cantos do planeta é gigantesco, mas a escassez contra abundância de alimentos é o mais gritante. O notório é que a maior parte da população é sacrificada, bem pontuada na música de Gilberto Gil: “Oh! Mundo tão desigual, tudo é tão desigual”. É um mundo de poucos alegres e muitos tristes, assim é a cara do planeta Terra.

As pessoas não merecem ser punidas por aqueles que  enriquecem ilegalmente, embora a punição, frustração, angústia ocorram como consequência das más ações desses “maus-nascidos”.  Enquanto os ricos passeiam com seus carros de luxo, compram em lojas de grife, viajam para outros países várias vezes por ano e suas contas bancárias estão gordas,  os pobres lutam pelo básico: alimento, moradia e vestimenta. A sociedade padece de enfermidade e desigualdade social  e, longe de Deus, tudo vai mal.

O sistema enfraqueceu a autoridade dos pais, isso causou uma ruptura no modelo  de uma sociedade forte emocionalmente, onde os filhos cresciam com boas perspectivas para o futuro.  Hoje, as finanças superaram os sentimentos dos futuros cidadãos. Oremos por dias melhores!

As coisas no Brasil não andam tão bem assim,  como propagam os “partidários leais” a esse governo falido e sem credibilidade. Tudo está ruindo neste  governo  e seus asseclas já sentem a derrota chegando. A recusa na indicação de um protegido para o STF é o ponto inicial do fim das “articulações” e o início de novos tempos. Contudo, a análise da capacidade técnica foi para a lata do lixo, mesmo com o intenso trabalho dos que  vestem a camisa “anti-Brasil”. Ora, se nem Toffoli tinha “notável saber jurídico”, nada mais deveria ter valor no “país do faz de conta”!

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