Por Edilson Martins*
“Eu tenho uma missão de Deus, vejo dessa maneira. Foi um milagre estar vivo e outro milagre ter ganho as eleições. Deus também tem me ajudado muito na escolha dos meus ministros.”
Uma heresia repassar a escolha de diferentes e patéticos ministros à vontade de Deus.
Eis o que vem repetindo o presidente Bolsonaro, o ungido de Deus.
Nada diferente do que dizem não poucos farsantes, ou mesmo não poucos pastores, políticos, trapaceiros, às vezes sinceros, mas delirantes.
Invocar Deus, constantemente, é próprio de povos mergulhados em religiosidade e atraso.
E, no entanto, quando isso procede de governantes, garantindo serem a representação divina, delegados ungidos por Deus, tenhamos a certeza de absoluto delírio, ou o pior, mais um farsante tripudiando da ingenuidade do povo.
Por outro lado, o que tem faltado de ações de governo, redução de desemprego, aquecimento da economia, tem sobrado diversionismo, performances continuadas.
A última é um evangélico no STF.
A galera, de pé, aplaudiu.
*O autor é jornalista
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Este post tem 2 comentários
Concordo em número, gênero e grau. Que belo comentário, disse tudo que é e o que representa esse desgoverno.
É melhor um Presidente que fala em Deus do que estes ateístas que destruíram o país. Patético é um ex-presidente preso por corrupção e seus seguidores o chamarem de e herói. Patética é esta esquerda corrupta e atrasada. Daniel Melo.