O QUE PENSO SOBRE… (PARTE II)

Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on email
Share on print

11949569_907269616028114_1511912519_nNão há, sinceramente, da minha parte nenhum sentimento de polemizar com esse ou aquele seguimento social ou mesmo leitores dos meus artigos quando me predispus a tratar aqui neste generoso espaço sobre alguns temas enraizados que estão cultural e socialmente nas mentes, corações e atitudes de muitos. Minha única intenção é de apenas e tão somente transmitir minha opinião posto que me sinto à vontade para emití-la ainda que causem desconforto ou pruridos nuns e noutros. Continuo, entretanto, aberto às criticas e sugestões de temas.

Dito isto, escrevo hoje sobre assuntos os quais, penso eu, cada cidadã ou cidadão deveria possuir conceito e opinião próprias.

1. Movimento LGBT/casamento gay

Penso que o mundo é feito de escolhas e que a partir de certa fase da vida, estas devem ser acima de tudo maduras, reflexivas, responsáveis e adotadas com sabedoria a tal ponto de não se ultrapassar os limites da liberdade e das escolhas alheias.

Respeito, porém não critico, não incentivo e tampouco aconselho sobre as escolhas, comportamentos e sobre a participação e até a adesão de pessoas nesse ou naquele movimento que se convencionou denominar de LGBT. Para mim é tolerância sem limites com qualquer minoria especialmente as discriminadas ou segregadas pela sociedade.

Opino entretanto, de que há que se respeitar o espaço, o pensamento e as escolhas da maioria evitando-se a escandalização que atiça ou o ativismo que agride. Patrulhamento não!

2.União civil homossexual (não confundir com casamento que como o próprio prefixo da palavra define  é a junção de um casal e não de um par)

Considero  um avanço jurídico da sociedade e como tal deve ser respeitado, entretanto, não pode e nem deve ser imposto como regra a ser aceita por quem, do ponto de vista da escolha religiosa, adota regras e princípios morais diversos. Para isso, prefiro ficar com as palavras do Padre Fábio “Como cristão eu tenho o direito de obedecer a quem eu quiser…se o Papa é contra ou a favor as regras são para os católicos…ninguém é obrigado a obedecer.”

3. Educação pública

Foi-se o tempo em que, apesar dos parcos recursos quer das famílias quer do poder público, a educação era encarada com seriedade pois representava verdadeiramente o futuro do cidadão e da nação, por via de conseqüência.

Saudoso é o tempo em que colégios e profissionais da educação pública, transmitiam conhecimento e formavam homens e mulheres cujos caráter, ética e honestidade ninguém havia de questionar, cidadãos estes, espelhos de grandeza e de cujo conhecimento científico e humanístico muitas gerações seguindo o exemplo, transformaram-se também em gente de bem e fizeram a diferença na sociedade. Triste os dias atuais! Quanta diferença há!

Sofre a educação pública na UTI do descaso e do abandono. Senão vejamos:

Ensino fundamental, berço e alicerce da formação escolar, padecendo da falta de priorização; ensino médio, sedimentador dos ensinamentos técnicos e científicos para a consolidação do conhecimento, cuja grade curricular após anos e anos de discussões sequer alcança o critério desejável para a preparação do jovem em suas escolhas para o futuro; ensino superior, definidor da formação para o mercado de trabalho entre outros objetivos, abandonado, aparelhado politicamente e totalmente dependente de recursos públicos visto que os gestores preferem os pires nas mãos nos corredores do poder executivo a transformar as universidades em verdadeiras usinas de venda e transferência de conhecimento e por conseqüência fonte de financiamento para projetos de expansão.

Que “pátria educadora” queremos se nossas escolas padecem de investimentos físicos, tecnológicos e humanos? O que se esperar de uma educação pública decente se professores, na maioria das vezes sem formação adequada, ganham salários de miséria? Qual futuro aguarda nossas crianças, adolescentes e jovens submetidos que estão a uma educação sem investimento público suficiente e cujos governantes perdem-se em meio à insensibilidade e teimam em politizar a gestão de uma área exclusivamente técnica?
Té logo!

Sds Ronaldo Derzy Amazonas

Ronaldo Amazonas, ex-diretor da Fundação Alfredo da Matta, um dos mais polêmicos ativistas da internet. Escreve sobre o que lhe vier à cabeça, sempre com uma pegada forte e opiniões muito próprias.

Qual Sua Opinião? Comente:

Deixe uma resposta