Já se tornou lugar comum e até enjoativo por parte dos mais empedernidos esquerdistas e pseudo defensores de ideologias exóticas travestidas de moderninhas, desancar contra o Presidente da República, seus admiradores, aliados políticos ou assessores técnicos, quando o assunto é pandemia, CoVid19, desmatamento na Amazônia e, mais enfaticamente, a aplicabilidade do tratamento por meio da famosa Hidroxicloroquina contra o vírus chinês.
É um mantra de: “carece de comprovação científica, os estudos são inconclusivos, não existem provas da eficácia do medicamento, os ensaios demonstraram eficácia apenas in vitro…” numa estultice e numa puerilidade tamanhas, de revirar no túmulo alguns cérebros das ciências diante de uma sonora, orquestrada e repetitiva reação contra quem orienta, prescreve, indica, administra ou aceita se submeter ao tratamento com essa droga das mais antigas, seguras e comprovadamente eficazes contra alguns vírus incluindo os da classe dos coronavírus.
Definitivamente a Hidroxicloroquina ocupou mentes e corações posicionando-se no centro de uma disputa ideológica e política simplesmente pelo fato de ser entusiasticamente defendida pelo Presidente Bolsonaro por ser barata, de fácil acesso e do domínio clínico há décadas como droga de escolha principal no tratamento da malária e outras patologias, portanto, de efeitos e paraefeitos conhecidos e reconhecidos no meio da saúde.
Algumas críticas são tão ferozes e certos posicionamentos contra são tão enfáticos e pueris, que penso sinceramente que muitos desses sofrem da Síndrome do Pinto Pequeno ou do complexo de vira-latas posto que não conseguem e não se esforçam pra enxergar a um palmo do nariz os benefícios, as vidas salvas e a redução dos níveis epidemiológicos da pandemia onde essa droga foi segura e largamente utilizada no Brasil e em muitos países afora mas, insistem, que a tal ciência deles não concorda. Credo!
Afinal o que que essa gente entende como ciência? Porquê abusam tanto de usar o nome da ciência em vão? Onde estavam e onde estão presentemente os ditos defensores da ciência quando muito se faz e muito se fala absurdos da ciência e pela ciência ao longo de séculos?
Não se esqueçam que foi em nome da ciência que os nazistas realizaram os mais infames, cruéis e desumanos “experimentos” em pessoas aplicando drogas, gases, testes e cirurgias desconhecidas; lembrem-se que foi em nome da ciência que um condenado à morte por tiros teve o coração monitorado por um eletrocardiograma apenas para saber a que nível sua frequência cardíaca alcançava até que seu coração parasse por completo; foi, usando o nome da ciência como pano de fundo, que doentes mentais e prisioneiros foram expostos a doenças como a sífilis, a hepatite e doenças virais e, neles, foram injetadas células cancerosas a despeito de “acompanhar a evolução e os efeitos maléficos ou bons no organismo humano” com as escabrosas experiências; relembrem, que a centenas de negros americanos doentes de sífilis, foi-lhes negado o tratamento com a penicilina a despeito de acompanhar a evolução da doença tendo como desculpa “salvar outras vidas”.
Paro por aqui nos “experimentos científicos” na área da saúde humana lembrando, entretanto, que há dezenas e dezenas de outros exemplos nas áreas espaciais, militares, na agricultura e na engenharia todos em nome da ciência, defendidos e propagados à época e até saudosamente aplaudidos por alguns malucos nos dias atuais.
Por fim e por óbvio não posso deixar de enfatizar que foi em nome(vão) da ciência, que a mais desastrosa e deletéria experiência em seres humanos realizada nessa pandemia, foi feita exatamente aqui em Manaus ao se propor e aplicar em um ensaio clínico/terapêutico a CLOROQUINA que é substância mais tóxica da sua categoria farmacológica, nas doses mais letais e nos pacientes mais graves alguns dos quais mais velhos, levando a óbito onze desses seres humanos. Não se trata de julgamento, trata-se de constatação de um rumoroso evento “científico” já devidamente em análise, com inquérito em andamento nas esferas dos órgãos de controle e posteriormente judiciais.
Aguardemos portanto!
Então senhores e senhoras críticos contumazes e usurpadores do nome CIÊNCIA reflitam, estudem e analisem melhor, antes de condenarem à morte com uma dose letal de gás sarin ou desfolhante organofosforado, aqueles que querem e estão apenas preocupados por proteger a população, prevenindo a saúde dos sãos ou tratando os doentes com as ferramentas medicamentosas, com os estudos epidemiológicos e com os ensaios clínicos disponíveis, até que a imunização por meio de uma vacina eficaz seja aplicada. Isso é CIÊNCIA!
Té logo!
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