José Alves Filho, o “Jorginho Devagar”, morreu hoje, aos 74 anos. Carioca de nascimento, ele foi um dos cinco fundadores da tradicionalíssima escola de samba Mocidade Independente de Aparecida e ficou conhecido nas rodas de pagode de Manaus por causa da venda de camisas das agremiações do Rio de Janeiro.
Primeiro mestre de bateria da Aparecida, muitos de seus representantes, incluindo o presidente da escola, Luiz Pacheco, passaram por seus ensinamentos.
“A Aparecida é como uma filha que agora cresceu e sabe qual caminho trilhar. Fico muito feliz com o trabalho que é feito”, enfatizou.
Jorginho foi um dos que testemunhou o início dos trabalhos da escola Aparecida, que teve seus primeiros passos onde, atualmente, funciona o Bar do Armindo. “Eu era da marinha e vim do Rio de Janeiro para Manaus. O samba local era muito ruim. Então, resolvi chamar alguns amigos e começar a escola. A Aparecida revolucionou o samba amazonense”, contou.
Com calma peculiar e emocionado, Jorginho falou sobre as dificuldades enfrentadas pela escola. “Começamos do nada, vendíamos balas e picolés. Muita gente duvidava, mas hoje estamos aqui na quadra, que é um grande tesouro para nós”.

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