Moradores e comerciantes da Monsenhor Coutinho procuram autoridades para denunciar abusos na Banda do Sarará: venda de drogas, sexo ao ar livre e odor forte de urina

Moradores e comerciantes da rua Monsenhor Coutinho, no Centro de Manaus, reuniram-se ontem com o vereador Coronel Rosses (PL) e com um representante da Prefeitura de Manaus para denunciar o que ocorreu na Banda do Sarará, realizada no último domingo (25). Ele dizem que não foram comunicados sobre o bloqueio da via e ficaram impossibilitados de acessar seus imóveis. Também identificaram a comercialização de tóxicos no evento, a utilização de suas calçadas e muro como banheiro e até sexo sendo praticado por casais embriagados ao ar livre.

Segundo os denunciantes, a informação que chegou a eles é de que a Banda seria realizada no Porto de Manaus, em área normalmente usada para eventos. Para a surpresa deles, entretanto, tanto a Monsenhor Coutinho quando a rua Epaminondas foram fechadas para a realização do evento. Além de ficarem impedidos de acessar os imóveis, os moradores e comerciantes tiveram que conviver com toda espécie de abusos.

“A bagunça da banda foi total. As pessoas urinavam em nossos muros. Percebemos ainda a venda de tóxico e até casais bêbados praticando sexo sexo. Na segunda-feira o fedor de mijo tomava conta da rua”, diz o morador Geraldo dos Anjos, que também denunciou a situação em suas redes sociais.

Os prejudicados estão preocupados no sentido de que a situação se repita durante o Carnaval. O bar Sarará, localizado na rua Ferreira Pena, costuma reunir multidões nos dias de funcionamento. Eles alegam, entretanto, que eventos maiores realizados ali precisam de autorização dos órgãos competentes e pedem que a Prefeitura intervenha na situação.

Rosses se comprometeu em acompanhar de perto as providências.

O Bar Sarará não se manifestou sobre o assunto. Se o fizer este post será atualizado.

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