Luiz Castro critica o Governo por cortes no orçamento da Saúde

Ao fazer uma análise sobre o projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA/2017), o deputado Luiz Castro disse hoje (7), que o Governo do Estado expôs o seu lado negro, ao cortar recursos da Saúde, da Assistência Social, do Meio Ambiente e de órgãos vitais para o desenvolvimento da agricultura no Amazonas. “Os burocratas resolveram tirar R$ 331 milhões da Saúde, que já enfrenta deficiências e salários atrasados”, criticou o deputado.
Na avaliação de Luiz Castro a situação precária da Saúde tende a piorar com a redução de recursos. “Falta sensatez a esse governo que deixa faltar medicamentos, equipamentos, e que atrasa salários de médicos e de enfermeiros terceirizados. Quantas pessoas morreram, vítimas dessas deficiências?”, questionou o deputado.
No orçamento da Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Seas), a Loa prevê o corte de 16,8%, o  equivalente à redução de R$ 4,8 milhões nas ações de atendimento a crianças, adolescentes e idosos.
Presidente da Comissão do Meio Ambiente, Luiz Castro também apontou incoerência no corte de 35,72% da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema), que corresponde a menos 21,1 milhões para aplicação nos programas ambientais. “O governo fala em implantar uma matriz ambiental, mas corta os recursos do meio ambiente”, observou.
Outra área que sofreu cortes foi a Secretaria de Produção Rural (Sepror). A LOA prevê a redução de 21,2% nos órgãos de produção, o que equivale a 25,7 milhões a menos nas ações de fomento da agricultura.
O corte na produção, segundo Luiz Castro, inviabiliza os programas de assistência à agricultura e a permanência dos trabalhadores no interior. “O Governo fomenta o êxodo rural, empurrando as famílias de agricultores para a periferia de Manaus, enfrentando o desemprego e a marginalidade”, afirmou.
Por outro lado, o deputado observou que houve aumento de 10% nos recursos da Secretaria Estadual de Administração (SEAD), o equivalente a um acréscimo de  R$ 183 milhões.
“Ou seja, o Governo aumenta o dinheiro para a burocracia, que produz um projeto orçamentário incoerente”, finalizou.

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