O juiz federal plantonista Wendelson Pessoa Pereira atendeu a pedido do Ministério Público Federal e prorrogou por mais cinco dias a prisão provisória do ex-governador José Melo (PROS), por entender que sua liberação poderia atrapalhar as investigações em curso, a respeito da atuação de uma organização criminosa que desviou mais de R$ 200 milhões da Saúde do Estado.
Havia a expectativa de que Melo fosse liberado na noite de ontem, depois de passar os cinco dias da prisão provisória no Centro de Detenção Provisória. Mas o MPF interviu a convenceu a Justiça Federal da necessidade de mantê-lo preso.
Melo é acusado de receber propina da organização comandada pelo médico Mouhamed Moustafa, dono do Instituto Novos Caminhos.
O ex-governador foi cassado em março deste ano, acusado de comprar votos para sua reeleição, em 2014.
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