Hapvida dá cinco dias para Governo quitar dívida de R$ 40 milhões, sob pena de suspensão do atendimento aos funcionários da SEDUC

De acordo com documento encaminhado pela operadora Hapvida à Secretaria de Estado da Educação (SEDUC), o valor da inadimplência do Governo do Estado ultrapassa R$ 40 milhões, acumulados desde fevereiro de 2022. Caso o débito não seja quitado em até cinco dias úteis, os atendimentos eletivos poderão ser suspensos, prejudicando diretamente os professores. Em maio deste ano, o plano chegou a ser interrompido pelos mesmos motivos.

Nesta quinta-feira, 7, o deputado estadual Wilker Barreto (Mobiliza) voltou a cobrar a regularização da dívida do Governo do Estado com a operadora Hapvida, responsável pelo plano de saúde dos servidores da Secretaria de Estado de Educação (Seduc). Segundo o parlamentar, o atraso no pagamento ameaça novamente a continuidade dos atendimentos médicos.

Na tribuna do Legislativo, Wilker destacou a gravidade da situação, principalmente para os servidores que estão em tratamento de saúde. Denúncias em suas redes sociais afirmam que o plano já está suspenso para marcação de consulta.

“Quero mais uma vez cobrar o Governo que regularize a situação hoje da ameaça novamente da suspensão do plano de saúde dos professores e administrativos da Seduc por falta de pagamento. Muitos professores estão em tratamento de câncer, em processo de cirurgias e o que é ruim poderá ficar pior”, afirmou.

Cobranças

Como encaminhamento, o deputado informou que irá protocolar uma representação no Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) e no Ministério Público de Contas (MPC-AM), solicitando uma tomada de contas da Seduc. Além disso, um ofício foi enviado à secretaria pedindo esclarecimentos sobre a dívida e quais medidas estão sendo adotadas para garantir a manutenção do plano.

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