A estreia do Festival Folclórico do Amazonas no palco da Ponta Negra, em sua 61ª edição, reuniu famílias, amigos, torcidas e amantes do folclore amazonense no Anfiteatro do Complexo Turístico na noite desta sexta-feira, 4/8. Aproximadamente 3 mil pessoas vibraram com as apresentações da categoria Bronze e da banda Carrapicho, que abriu a programação organizada pela Prefeitura de Manaus.
Os 27 grupos que integram a categoria Bronze se apresentam até segunda-feira, 7/8. Quadrilhas tradicionais, de duelo e cômicas; ciranda, cacetinho, boi bumbá regional, dança alternativa, dança internacional, dança nacional, dança nordestina e tribo compõem a programação que começa todos os dias a partir das 20h.
A partir de terça-feira, 8/8, terá início a disputa entre os 57 grupos da categoria Prata. Cinco jurados com formação artística avaliarão os participantes nos 13 dias de evento. Até o dia 16, um total de 84 atrações deverão se apresentar no palco de um dos principais cartões-postais da cidade. A programação completa por ser conferida no link: http://bit.ly/festivalfolclorico2017.
Responsável pela organização do festival, o diretor de Cultura da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult), Márcio Braz, destacou a inovação de aliar o mais tradicional evento de folclore do Norte do País ao Turismo. “A ideia é trabalhar o Festival Folclórico do Amazonas que, inclusive inspirou o de Parintins, como um produto turístico, fortalecendo e valorizando o folclore da cidade”, afirmou.
“Considero essa iniciativa de extrema importância para Festival, que sempre foi muito popular, e já se tornou uma tradição. E, agora, devolveu às pessoas e aos grupos, o formato que ele sempre teve, no tablado. Para você ter uma ideia da experiência da estréia, quando me apresentei, as pessoas participaram e sorriram mais, mostrando alegria e felicidade, que é a proposta deste Festival”, afirmou Zezinho Corrêa, líder da banda Carrapicho que este ano completa 37 anos de existência.
Para o tesoureiro da Liga Independente dos Grupos Folclóricos de Manaus (LIGFM), José de Arimatéia, a estreia do festival na Ponta Negra “é uma ida sem volta”. “Ninguém quer mais se apresentar no concreto. O tablado é parte da apresentação dos grupos, interfere na marcação. A história vai registrar esse divisor de águas. O público agora está mais próximo. Tenho certeza que estamos sendo mais valorizados”, afirmou.
Com três semanas intensas de ensaio, a dança nordestina Vingadores de Virgulino se organizaram para não ficar de fora do Festival. “Deu tudo certo e fizemos uma apresentação emocionante. Para nós, é muito importante participar do Festival”, afirmou Ricardo Charles, marcador do grupo.
A dona de casa Simone Ribeiro afirmou que gosta muito das festas realizadas na Ponta Negra porque sempre são bem organizadas. “Minha filha tem oito anos e adora ver as danças. Viu pela televisão e quis vir. Decidi trazer logo no primeiro dia. Como moro no Dom Pedro, vir de lá para Ponta Negra é bem mais fácil. As danças são bonitas, quero assistir outros dias”, afirmou.
O segurança privado Jean Silva aproveitou o dia de folga com a família. “Aproveitei que começou na sexta-feira e estou de folga para trazer minha esposa e meu filho. Estamos gostando muito. Tem muitas famílias e as crianças podem brincar”, ressaltou.
Foto: Ingrid Anne
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