Entre lulas, picanhas e chuchus

Quer me parecer que a campanha eleitoral enveredou pela culinária colocando um pé na cozinha do brasileiro.

Toda campanha que se preze, muitos candidatos saem a campo não para divulgar propostas, mas para disseminar promessas difíceis de cumprir, às vezes sem o menor sentido ou apenas para amealhar votos dos incautos.

A campanha do candidato ex presidiário, corrupto confesso, chefe de quadrilha e descondenado, se realmente estivesse à frente na votação como demonstram as tais pesquisas “encomendadas”, não precisaria de usar dos expedientes que usa para forçar a barra.

O ex presidiário faz promessas vazias que entretanto calam fundo ora no bolso ora no estômago do eleitor notadamente os mais pobres.

Promete aumento do salário mínimo que já é algo previsto na constituição e garantida por meio de uma fórmula de cálculo. Para concretizar algo maior ou melhor terá que ter o aval do Congresso Nacional.

Não satisfeito, o descondenado passou a prometer comida na mesa do eleitor mais pobre. Foi além, prometeu liberar picanha e cerveja para empanturrar a galera.

O eleitor desavisado antecipando a farra, já vai encher o bucho de picanha e a cabeça até o tucupi de álcool, e poderá sofrer de empanzinamento e coma alcoólico e talvez nem possa ir votar no segundo turno.

Na Argentina dominada apela esquerda com inflação de mais de cem pontos percentuais ao ano, a promessa de churrasco todo dia foi levada tão a sério que o frustrado eleitor hermano saiu a destruir todas as churrasqueiras das casas pela total incapacidade de comprar até carne de segunda quanto mais assar um chouriço ou uma fazer uma parrilhada.

Vale lembrar que a Argentina, governada há décadas pela esquerda, é o maior produtor mundial de picanha. Entretanto, há dois anos, os portenhos sofrem a maior queda dos últimos cem anos no consumo mundial de carne vermelha.

É isso que você quer para o Brasil?

Aqui por essas plagas, o chefe de quadrilha chega ao descaramento de prometer aumentar o Auxílio Brasil, cujo valor, em quase quinze anos de petê no poder, não passava de cento e oitenta reais em média por família.

Vale lembrar que se a grossa roubalheira no governo do corrupto não fosse tão grande e descarada, os mais de um trilhão desviados das estatais e dos cofres públicos, dariam para sustentar para cada família pobre desse país, mais que o triplo de um auxílio permanente.

Lula é uma iguaria do mar intragável, indigesta e nociva para a saúde de muita gente, além de dura e difícil de pescar.

Picanha é um corte de carne vermelha bovina coberto por uma grossa capa de gordura absolutamente danosa aos vasos sanguíneos humanos, além de cara.

Pra completar essa farofa indigesta e para embrulhar mais ainda nosso estômago, tentam empurrar goela abaixo do eleitor brasileiro, o chuchu um legume inodoro e insípido.

Portanto, lula, picanha e cerveja não combinam com a saúde humana nem com a saúde do bolso principalmente dos mais pobres estes sim, que querem e precisam de arroz, feijão, uma proteína, segurança, saúde e educação de qualidade.

Ao prometer o que faz mal ou o que não pode cumprir, o ex chefe de quadrilha apenas denota mais uma vez sua total e absoluta incapacidade de voltar a governar o Brasil.

O que de fato lula quer, é retornar à cena do crime para limpar sua barra e a barra dos seus companheiros cúmplices da roubalheira que tomou conta do país em quinze anos de desgoverno.

Quem afirmou isso um dia e continua a repetir, é o companheiro de chapa do descondenado, mais conhecido no meio político como picolé de chuchu.

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