Não existe coisa mais difícil na vida do que uma escolha eleitoral, principalmente, em se tratando de uma escolha séria e comprometida com o país, os estados e municípios.
A cada dois anos somos obrigados a participar de um jogo de loteria cujo resultado é absolutamente imprevisível. Credo!
Desgraçadamente, nos tempos atuais, essa não é uma tarefa das mais agradáveis, pois, a cada dois anos, o eleitor brasileiro é submetido a uma verdadeira tortura tendo que se deslocar, se incomodar e depositar seu voto numa urna.
Somos vítimas de uma profusão de partidos políticos, uma enormidade de candidatos, uma caquerada de siglas e números, a mais causarem confusão do que ajudarem num processo que deveria ser reconhecido como democrático e salutar.
Da mesma forma, entre um prazo e outro que não dá nem pra respirar, uma horda de candidatos se apresenta e “vendem” currículos duvidosos ou carreiras eleitorais maculadas por escândalos, desmandos, roubos e corrupção.
E tudo acaba de começar novamente há um ano de novo pleito eleitoral em 2026.
Particularmente, eu vivo uma total desesperança e desconforto existencial para exercer a obrigação do voto tendo que me submeter a uma escolha.
País destroçado moral e eticamente, uma economia em frangalhos, um regime judicial pavoroso, uma sociedade rachada ao meio e um cenário político confuso e horrendo.
No Amazonas não é diferente porquanto, uns e outros já começam a se assanhar para se apresentarem ao coitado do eleitor.
Sem a mínima vergonha e numa cara de pau tremenda, pedófilos, ladrões, escroques, estelionatários, corruptos, assassinos, gigolôs, pessoas trans, traficantes, rufiões, garotas de programa, mulheres malamadas e malacabadas e até pastores, advogados, médicos, professores, militares e carreiristas, estão apresentando seus nomes(podres) para essa escolha.
O que deveria ser algo prazeroso, um exercício cívico ou uma atitude saudável, se transforma num gesto de dar náuseas.
Pois é dessa forma que enxergo atualmente, o quadro político eleitoral no nosso país.
E não vislumbro nenhuma tendência otimista para um país polarizado e vítima de violência política e judicial sem precedentes.
Tenho pena de mim mesmo e dos outros cento e cinquenta milhões de eleitores brasileiros pois não vejo nada de bom a nos aguardar no futuro.
Quando de fato muitos desses sofridos eleitores resolveram tomar para si as dores da nação e foram às ruas e praças para demonstrar sua indignação, um tribunal de exceção cheio de maus sentimentos e ódio, evocou para si todas os poderes constitucionais e inconstitucionais e investigou, denunciou, prendeu, julgou e condenou brasileiros honrados e cônscios dos seus deveres de cidadãos. Misericórdia!
Penso, que quando o voto for facultativo, o eleitor sairá ganhando e feliz da vida ao contrário da horda de políticos canalhas, aventureiros e aproveitadores que sentirão na pele os males que têm causado ao país.
Té logo!
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