Educar para crescer

Os nossos antepassados  valorizaram a paciência e a persistência  necessária para a superação das incertezas do seu tempo. Essa lição importante chegou ao nosso tempo como um mandamento para superarmos os obstáculos  diários. Outra lição não menos importante que herdamos deles foi a capacidade para pensar e agir com inteligência, coragem e obstinação.

Os ensinamentos de nossos avós  foi a busca pelo  equilíbrio emocional e a paz interior.  Por isso, não é sem razão que a sabedoria chinesa ensina a valorização da “calma diária” nas incertezas do cotidiano no mundo moderno. Atualmente, devemos reavaliar nosso comportamento e as prioridades,  assim  evitamos  o desgaste físico e mental. Por isso, devemos reconhecer os nossos limites para  viver com serenidade, maturidade e sabedoria. Evitemos as  discussões desnecessárias,  os  conflitos, os   desgastes,  tanto no trabalho quanto no ambiente familiar, assim preservamos a saúde do corpo e mente.

A autonomia é um princípio ético constante no ordenamento jurídico da preservação da vida  digna. Aristóteles definiu a vida como: “faculdades ou funções que a alma realiza”. Especialistas aconselham manter a mente focada no que realmente importa. 

A busca pela felicidade e a tranquilidade interior é uma  construção de atos contínuos. Sabemos que um governo sério investe na educação dos  jovens; tratando a cultura como um ativo social e econômico. Os programas que empregam os jovens, como aprendizes de uma nova profissão,  gera o crescimento da economia valorizando a competitividade. Cultura é política de desenvolvimento e investir é dever de todo governo sério.

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