É no andar da carruagem que as abóboras se ajeitam

Por Ronaldo Derzy Amazonas*

Pululam editoriais, artigos, comentários, posicionamentos e vozes contra e a favor dos nomes indicados e os convites formalizados pelo futuro presidente Jair Bolsonaro para tomarem parte da sua equipe de governo.

Alguns, legítimos pela seriedade da fonte mas, uma maioria raivosa e carregada de inveja, teima em se antecipar já apostando cegamente no erro ou no desacerto de um governo que ainda nem iniciou o mandato.

Pior de tudo é perceber que as críticas mais ácidas partem de partidos e personagens outrora envolvidos ou protagonistas de episódios absolutamente iguais do ponto de vista político posto que tentaram nomear ou indicaram nomes para as mais altas funções no Olimpo brasiliano ora a fim de acobertarem gente envolvida com corrupção ora a fim de infiltrarem nas cortes judiciais superiores nomes embricados com os mesmos partidos que agora demonizam a prática. São um bando de sem noção!

O convite de Bolsonaro a Sergio Moro nada mais é do que o reconhecimento a um personagem e de uma carreira repleta de vasta folha de bons serviços prestados à magistratura brasileira. Moro empresta ao executivo sua vitoriosa experiência de juiz ético e independente que com certeza vai agregar muito por meio da sua bela formação acadêmica para o combate à corrupção e para a formulação de projetos moralizadores no enfrentamento ao crime organizado e à violência que campeia.

Há que haver prudência nas críticas mas sobretudo há que se aguardar com paciência para que o novo governo se inicie quando então de forma ética e civilizatória aqueles que apostam no caos possam melhor avaliar os rumos adotados, os erros e acertos concretizados e aí então manterem ou não seus posicionamentos.

Só não vale lutar contra ou desejar que o erro prevaleça porque aí seria uma atitude antipática e antipatriótica diante de um país e uma nação que necessitam de se reencontrarem com o crescimento e com o desenvolvimento econômico e social outrora perdidos.

O Brasil é bem maior que as vaidades pessoais, os posicionamentos ideológicos ou os caprichos partidários daí que nessas horas o melhor a se fazer é focar e torcer pelo acerto pelo que o país agradece e se fortalece para enfrentar a crise política e econômica instaladas.

Té logo!

*O autor é farmacêutico e empresário

 

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