Depois de ameaçar punir deputados que não votaram em Belarmino, Progressistas recua e nega intenção

Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on email
Share on print

Na noite de ontem uma nota distribuída pela assessoria do Progressistas dizia que as assessorias jurídicas da Comissão Nacional e do Diretório Estadual do Progressistas (PP) estudavam a expulsão dos deputados estaduais Álvaro Campelo e Mayara Pinheiro por infidelidade partidária, porque eles não votaram no correligionário Belarmino Lins para a Presidência da Assembleia Legislativa. Agora há pouco ele próprio negou qualquer punição aos colegas.

Belarmino Lins é o secretário-geral da sigla no Amazonas. Ontem, depois de uma manobra de um grupo majoritário de deputados, que incluís os dois correligionários, para antecipar a eleição para a Mesa da Assembleia, ele surgiu como candidato da bancada governista à Presidência. Só que Álvaro e Mayara já estavam comprometidos com Roberto Cidade (PV) e mantiveram a palavra. Isso desagradou a cúpula partidária, que ameaçou punir os parlamentares.

Hoje o próprio Belarmino Lins, descartou qualquer possibilidade de penalizar os correligionários. “Declaro que não há razão para punir os dois deputados pelas posições assumidas durante o recente processo eleitoral da Aleam, pois não houve nenhum fechamento de questão dentro do PP com relação ao pleito eleitoral. Os progressistas exercitam, por natureza, a democracia, e por isso descarto qualquer possibilidade de penalizar os dois parlamentares que participaram das eleições da Aleam”, disse.

Qual Sua Opinião? Comente:

Deixe uma resposta