
Não foi um discurso ideológico o que o militante Yan Evanovick fez ontem na praça São Sebastião, “desafiando” o ministro Eduardo Braga e seus correligionários a irem para a rua defender o mandato da presidente Dilma Roussef ou abandonar os cargos. Foi um pronunciamento fisiológico. O partido dele, PC do B, e o PT local estão de olho no espólio que pode resultar da saída de Braga da base de apoio do governo federal.
A esquerda local avalia que o balcão de negócios instalado em Brasília, depois da decisão do PMDB de romper com o governo, está dando certo e o impeachment não será aprovado. Por isso, têm pressa de descartar Braga para ocupar os cargos que o ministro controla no Estado.
Braga chega hoje a Manaus. Até ontem não havia definido sua situação. Ele está entre os que entende como precipitada a saída do PMDB da base.
Compartilhe isso:
- Clique para compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela) WhatsApp
- Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
- Clique para compartilhar no X(abre em nova janela) 18+
- Clique para compartilhar no Telegram(abre em nova janela) Telegram
- Clique para enviar um link por e-mail para um amigo(abre em nova janela) E-mail
- Clique para imprimir(abre em nova janela) Imprimir




